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Entrevistas

Amigos,

Visando sempre a maior informação e comunicação entre a comunidade não só Umbandista, mas espiritualista em geral, a equipe do ArteFolk decidiu trazer para vocês uma categoria muito especial, as estrevistas, onde buscaremos sempre pessoas que fazem seus trabalhos como líderes espirituais, como mentores, como sacerdotes dentro das linhas do espírito, da magia, do conhecimento ritualístico. Para começar, fizemos contato com uma pessoa muito especial que mantém a nossa querida Umbanda em terras de além mar. Seu nome é Pai Nuno, dirigente do Barracão de Xangô, em Portugal.

Todo mês traremos uma pessoa nova e se você quiser contribuir com esse espaço, faça contato conosco através do email artefolk@gmail.com ou deixe aqui um comentário com seus contatos.

Abs.

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Nino Denani

Nino Denanié espiritualista livre, embora nos último anos tenha frequentado assiduamente um terreiro de Umbanda. Foi Ogã, mas abandonou a função em nome da assistência mediúnica e do aprendizado contínuo. Já foi kardecista, formado pela FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo), já tocou Umbanda de Nação, e visitou o Candomblé. Curioso por natureza, é meio chato quanto a afirmações absolutistas. Entre em contato comigo: nino@artefolk.com.br

51 Respostas to “Entrevistas”

  1. George Rosa de Souza disse:

    Cara Ingrid

    Fico contente em saber que vc incorpora a Maria Navalha. É um espírito de minha grande admiração, pois sempre que a procurei, estava pronta a me ajudar. Me lembro uma vez, que estava no escritório meditando pois os meus alvarás não saiam e as contas chegavam com rapidez. Em dado instante, chega o Ogã da Maria Navalha, cheio de velas coloridas, cada uma, com um recado do que era para fazer, ou seja, no alto do morro, em porta de cabaré, em porta de forro, em encruzilhada aberta, enfim, diversos lugares. Muito bem, eu fiz, a grana saiu, e como presente, para a sua festa eu lhe dei de presente o vestido completo. Inexplicavel, Maria Navalha ouviu a minha súplica e mandou o seu Ogâ trazer a forma com que eu iria sair dos problemas e tive sucesso.

    Cuide de Maria Navalha. Brevemente lhe envio alguns pontos.

    Axé.

  2. Paulo disse:

    Gostei muito do site,e do fundamento de voces!
    Gostaria de saber o endereco da choupana de voces?
    abs.

  3. george rosa de souza disse:

    Caro Nino.

    Eis uma matéria interessante:

    Enviado por Rádio do MOreno – 23.11.2009| 8h42m
    OPINIÃO
    Exu não pode?
    STELA GUEDES CAPUTO

    Recentemente, um jornal carioca destacou o caso da professora proibida de usar o livro “Lendas de Exu” em uma escola municipal. A professora é umbandista e a diretora da escola é evangélica. É cada vez mais comum que professores e alunos de candomblé ou umbanda sejam discriminados nas escolas. A pergunta é: por que Jesus pode estar em um livro para o ensino religioso católico, destinado à rede pública, e Exu não pode? Exu não entra na escola porque este país é racista, e o racismo está presente na escola. Acredito também que atravessamos uma fase de avanço conservador na educação pública. A manutenção da oferta do ensino religioso na Constituição de 88, a aprovação deste como confessional no Rio, os livros didáticos católicos, a Concordata Brasil-Vaticano, são vitórias silenciosas que ampliam e legitimam as circunstâncias necessárias para discriminações como essa.

    A mãe-de-santo Beata de Yemanjá diz: “Pensam que o Brasil é uma coisa só e nos discriminam. Isso é racismo.” Para o pesquisador Antônio Sérgio Guimarães, o racismo brasileiro é heterofóbico, a negação absoluta das diferenças implicando um ideal, explícito ou não, de homogeneidade (ou uma coisa só, como diz Beata).

    Quando uma escola proíbe um livro de lendas africanas ela discrimina culturas afrodescendentes. Exu é negro. Um poderoso e imenso orixá negro. É o orixá mais próximo dos seres humanos porque representa a vontade, o desejo, a sexualidade, a dúvida. Por que esses sentimentos não são bem-vindos na escola? Porque a Igreja católica tratou de associá-lo ao seu diabo e muitas escolas incorporam essa lógica conservadora, moralista e racista. O Exu proibido afirma que este país tem negros com diferentes culturas que, se entendidas como modos de vida, podem incluir diferentes modos de ver, crer, não crer, sentir, entender e explicar a vida. Positivo foi que muitos professores e professoras criticaram o ocorrido, o que mostra que também a escola não é “uma coisa só”. É nas suas tensões cotidianas que devemos lutar contra o racismo.

    As culturas com suas religiões fazem parte do ensino de História da África. Como é que vai ser? Pais e professores arrancarão as páginas desses livros? Ou eles já serão confeccionados mutilados pelo racismo? Respondo com a saudação ao orixá excluído da escola: Laro oyê Exu! Para que ele traga mais confusão e com ela, o movimento, a comunicação, a transformação onde reina.

    Stela Guedes Caputo é professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

    Texto publicado no Globo de hoje.

    Favor dar ciência aos espiritualistas para manifestarem a sua opinião.

    Grato George.

    • Nino Denani Nino Denani disse:

      oi George!

      eu recebi essa matéria por email tempos atrás, mas como ela foi repassada a exaustão nas listas de emails mais diversas, eu achei que seria redundante colocar no site. Mas obrigado pela ajuda, mande mais sugestões!

      Abs.

  4. william júnior disse:

    boa noite…. primeiramente parabenizo pelo site que contem “tudo” sobre umbanda e que sou novo dentro dessa religiao. Me interessei pois tenhos alguns amigos e amigas que participam e fazem parte dos trabalhos. Mas como disse, sou novo dentro dessa religiao e que passo a gostar muito pois tudo gira em torno das forças da natureza e sou o tipo da pessoa que me sinto otimo qdo estou no “meio do mato”, sou formando em medicina veterinaria e vejo muita relaçao com a umbanda tambem. Sempre q posso leio sobre umbanda, mas estou meio perdido, pois é mta informaçao e mtos detalhes o que é um, o que é outro, quem é quem e etc…. rsrsrs. Mas baixei um livro (UMBANDA, MITOS E REALIDADE) que estou lendo e esta ajudando um pouco, mas mesmo assim fico perdido. Me identifiquei mto com OXOCE E OXUM, pois li as caracteristicas deles e me vi entre eles, mta relaçao comigo, o que isso pode significar pra mim dentro da umbanda????? e adoro esse site, parabens de verdade e irei estudar para entender mais e mais e assim me tornar uma pessoa mais evoluida….. O que me dizem sobre eu conciliar o catolicismo com a umbanda???? Sendo o que importa é a Fé, ne????

    Que Deus e os orixas nos proteja sempre….!!!!!

    • Nino Denani Nino Denani disse:

      Oi William!

      Então, vc leu as “características” dos Orixás e achou que elas tem mto a ver com vc? Bom, para agora, para seu início, não, isso não significa nada pra vc dentro da Umbanda. Só que vc leu e gostou. É difícil nos auto examinarmos a ponto de afimar nossas características, principalmente com relação aos nosso defeitos, que tendemos a diminuir.
      Se vc acha que isso pode querer dizer que são seus pais de coroa, então vou dizer para não confiar nisso. Cntinue frequentando o centro que vc vai e estudando mto, até pq vc precisa criar senso crítico para diferenciar coisas que não lhe farão sentido das coisas que lhe farão tal sentido.

      Quanto ao catolicismo: a Umbanda já é misturada em muitos aspectos. Usamos imagens de santos para representar os Orixás, usamos preces cristãs, e os próprios ensinamentos do Cristo. Então não há mal nenhum. Mas vc vai perceber que cada Umbanda é uma Umbanda, e com o tempo vc achará a formula que lhe caberá melhor.

      Continue estudando!

      Abs.

  5. william júnior disse:

    Esqueci de comentar:

    Ja fui 2 vezes ao centro (fica em uberaba-mg) e as duas vezes que fui era o caboblo do mato, oque e quem é o caboclo do mato….. Me senti otimo as duas vezes que fui, energia otima. A ultima vez que fui foi dia 16/12 sendo que foi o encerramento dos trabalhos no ano e sei que foi duas linhas no dia caboclo do mato e sao cosmo e damiao. Mas me expliquem sobre o caboclo do mato e as linhas, imagino que seja imenso o assunto, mas resumidamente ja me ajuda.

    obigado

    Att.

    • Nino Denani Nino Denani disse:

      Oi Willian!

      Explicar sobre esse Caboclo do Mato não vai ser possível. Os nomes que os guias usam são identificatórios de linhas de trabalho, então podem existir um número infindável de “Cablocos do MAto”, não dá pra te dizer sobre esse. Posso lhe falar sobre a linha dos caboclos, mas isso é outra história e não sei se é o que vc quer ouvir. Dá uma lida na página “espiritualismo ArteFolk“, na parte “Sobre histórias de guias” pra entender melhor.

      Abs.

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