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Meus amigos existe uma arvore no Brasil conhecida como gameleira é uma arvore sagrada na qual se tem varias lendas e lendo alguma coisa como de costume encontrei algo semelhantee posto aqui para dividir com vocês pois eu achei muito interessante.

IRÒKÒ

A Arvore Sagrados Yorubas.

ArteFolk Recomenda: Lendas da Criação: A Saga dos Orixás

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Iroko representa a Ancestralidade, a Antiguidade e os nossos antepassados. Representa tambem o seio da Natureza, morada dos Orixas. E um Orixa do mato como Oxossi e Ossain, sendo a floresta sua morada. O pe de Iroko e a arvore que resiste a todas as varia,coes climaticas e que nao se dobra com os ventos fortes. Quando Iroko cai, e para garantir a permanencia da comunidade, para anunciar que algo novo esta por vir. Ao crescer de novo, sera uma arvore ainda mais grandiosa e cheia de vigor.

roko é um orixá pouco cultuado no Brasil; Seus filhos tambem sao raros. Iroko vive na mais suntuosa arvore que ha numa roça de candomble e tambem nas matas. Representa a ancestralidade, nossos antepassados, pais, avós, bisavós, tataravos representa tambem o seio da natureza morada dos orixas… Desrespeitar Iroko, grande e suntuosa arvore…E desrespeitar a sua dinastia, seus avós seu sangue.Iroko

representa a hist6ria do ile, assim como de seu povo, protegendo sempre o mesmo das tempestades. Irokb protege muito seus fllhos.

Dia semana: Terc,a-feira;

Saudação: Iroko i só ! eeró !

Cores: branco, verde e cinza;

Simbolos: Pe de Iroko e gameleira.

Dominios: Grandes arvores, variacões climaticas, florestas.

Forca emanada: Protecão das variações climaticas e tempestades.

Arquetipo dos filhos: Eloquantes, ciumentos, camaradas, inteiigentes, competentes, teimosos,turroes e generosos. Gostam de diversão dançar cozinhar, comer e beber bem apaixona com facilidade, assim como gostam de liderar. Dotados de senso de justiça, sao amigos queridos e inimigos terriveis. Porem se reconciliam facilmente. Nao conseguem guardar segredos.

Lendas de Iroko

Numa certa epoca, nenhuma das mulheres da aldeia engravidava. Ja nao havia criancas pequenas no povoado e todos estavam desesperados. Foi entao que as mulheres tiveram a ideia de recorrer aos magicos poderes de Iroko. Juntaram-se em circulo ao redor da arvore sagrada, tendo o cuidado de manter as costas voltadas para o tronco. Nao ousavam olhar para a grande planta face a face, pois, os que olhavam Iroko de frente enlouqueciam e morriam. Suplicaram a Iroko, pediram a ele que Ihes desse filhos. Ele quis logo saber o que teria em troca. As mulheres eram, em sua maioria, esposas de lavradores e prometeram a Iroko milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros. Cada uma prometia o que o marido tinha para dar. Uma das suplicantes, chamada Olurombi, era a mulher do entalhador e seu marido nao tinha nada daquilo para oferecer. Olurombi nao sabia o que fazer e, no desespero, prometeu dar a Iroko o primeiro filho que tivesse. Nove meses depois a aldeia alegrou-se com o choro de muitos recem-nascidos. As jovens maes, felizes e gratas, foram levar a Iroco suas prendas. Em torno do tronco de Iroko depositaram suas oferendas. Olurombi contou toda a historia ao marido, mas nao pode cumprir sua promessa. Ela e o marido apegaram-se demais ao menino prometido. No dia da oferenda, Olurombi ficou de longe, segurando nos braços tremulos, temerosa, o filhinho tao querido. E o tempo passou. Olurombi mantinha a crianca longe da arvore e, assim, o menino crescia forte e sadio. Mas um belo dia. passava Olurombi pelas imediações do Iroko, entretida que estava, vindo do mercado, quando, no meio da estrada, bem na sua frente, saltou o temivel espirito da arvore, e disse: “Tu me prometeste o menino e nao cumpriste a palavra dada. Transformo-te entao num passaro, para que vivas sempre aprisionada em minha copa”. E transformou Olurombi num passaro, que voou para a copa de Iroko para ali viver para sempre. Olurombi nunca voltou para casa, e o entalhador a procurou em vao, portoda parte. Ele mantinha o menino em casa, longe de todos. Todos os que passavam perto da arvore ouviam um passaro que cantava, dizendo o nome de cada oferenda feita a Iroko.  Ate que um dia. quando o artesao passava perto dali, ele proprio escutou o tal passaro, que cantava assim: “Uma prometeu milho e deu o milho; outra prometeu inhame e trouxe inhames; uma prometeu frutas e entregou as frutas; outra deu o cabrito e outra, o carneiro, sempre conforme a promessa que foi feita. So quem prometeu a crianc,a nao cumpriu o prometido”. Ouvindo o relato de uma historia que julgava esquecida, o marido de Olurombi entendeu tudo imediatamente. Sim, so podia ser Olu-rombi, enfeiti,cada por Iroko. Ele tinha que salvar sua mulher! Mas como, se amava tanto seu pequeno filho?

Ele pensou e pensou e teve uma grande ideia. Foi a floresta, escolheu o mais belo lenho de Iroko, levou-o para casa e come,cou a entalhar. Da madeira entalhada fez uma copia do rebento, o mais perfeito boneco que jamais havia esculpido. O fez com os doces trac,os do filho, semprealegre, sempre sorridente. Depois poliu e pintou o boneco com esmero, preparando-o com a agua perfumada das ervas sagradas. Vestiu a figura de pau com as melhores roupas do menino e a enfeitou com ricas j6ias de familia e raros adornos. Quando pronto, ele levou o menino de pau a Iroko e o depositou aos pes da arvore sagrada. Iroko gostou muito do presente. Era o menino que ele tanto esperava! E o menino sorria sempre, sua expressao, de alegria.

Iroko apreciou sobremaneira o fato de que ele jamais se assustava quando seus olhos se cruzavam. Nao fugia dele como os demais mortais, nao gritava de pavor e nem Ihe dava as costas, com medo de o olhar de frente. Irol<o estava feliz. Embalando a crian,ca, seu pequeno menino de pau, batia ritmadamente com os pes no solo e cantava animadamente. Tendo sido paga, enfim, a antiga promessa, Iroko devolveu a Olurombi a forma de mulher. Aliviada e feliz, ela voltou para casa, para o marido artesao e para o filho, ja crescido e enfim libertado da promessa.Alguns dias depois, os tres levaram para Iroko muitas oferendas. Levaram ebós de milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros, la,cos de tecido de estampas coloridas para adornar o tronco da arvore. Eram presentes of erecidos por todos os membros da aldeia, felizes e contentes com o retorno de Olurombi. Ate hoje todos levam oferendas a Iroko. Porque Iroko da o que as pessoas pedem. E todos dao para Iroko o prometido.

Iroko ajuda a feiticeira a vingar o filho morto.

Iroko era um homem bonito e forte e tinha duas irmas. Uma delas era Aje, a feiticeira, a outra era Ogboi, uma mulher normal. Iroko e suas irmas vieram juntos do Orun para habitar no Aiye. Iroko foi morar numafrondosaarvore esuas irmas em casas comuns. Ogboi teve dez filhos e Aje teve só um, um passarinho.

Um dia. quando Ogboi teve que se ausentar, deixou os dez filhos sob a guarda de Aje. Ela cuidou bem das crianc,as ate a volta da irma. Mais tarde, quando Aje teve tambem que viajar, deixou o filho passaro com Ogboi. Foi então que os filhos de Ogboi pediram a mae para comer um passarinho. Ela Ihes ofereceu uma galinha, mas eles recusaram. Gritavam de fome, queriam comer, mas tinha que ser um passaro. A mae foi entao a floresta cac,ar passarinhos, que seus filhos insistiam em comer. Na ausencia da mae, os filhos de Ogboi mataram, cozinharam e comeram o filho de Aje. Quando Aje voltou e se deu conta da tragedia, partiu desesperada a procura de Iroko, que a recebeu em sua arvore, onde mora ate hoje. De la, Iroko vingou Aje, lannçando golpes sobre os filhos de Ogboi. Desesperada com a perda da metade de seus filhos e para evitar a morte dos demais, Ogoi ofereceu sacrificios para o irmao Iroko. Deu-lhe um cabrito e outras coisas e mais um cabrito para Exu. Iroko aceitou o sacrificio e poupou os demais filhos.tudo como mandara o adivinho. Mas o Babalawo mandara que nos três dias antes do ebó ela deixasse de ter relações sexuais. Só então, assim, com o corpo limpo, deveria entregar o ebó aos pes da arvore sagrada. A mulher disso se esqueceu e deitou-se com o marido.

Iroko engole a devota que não cumpre a interdição sexual

Era uma vez uma mulher sem filhos, que ansiava desesperadamente por um herdeiro. Ela consultou o Babalawo, que Ihe disse como proceder.

Ela deveria ir a arvore de Iroko e oferecer um sacrificio, comidas e bebidas que a mulher concordou em oferecer. Com panos vistosos ela fez lac,os e enfeitou o pe de Iroko. Aos seus pes depositou o seu ebó,

Iroko irritou-se com a of ensa, abriu uma grande boca em seu grosso tronco e engoliu quase totalmente a mulher, que gritava feito louca por ajuda, e toda a aldeia correu para o velho Iroko. O Babalawo foi tambem ate a arvore e fez seu jogo, que revelou a ofensa da mulher. Mas a mulher estava arrependida e a grande arvore deixou que ela fosse libertada. Todos cantaram e dançaram de alegria e deram vivas a Iroko.

Tempos depois a mulher estava gravida. Ela tudo ofereceu a Iroko, antes resguardando-se para ter o corpo limpo. Quando nasceu o filho, ela foi ao Babalawo, que disse que a crianca deveria ser iniciada para Iroko. Assim foi feito e Iroko teve muitos devotos. Seu tronco esta sempre enfeitado e aos seus pes nao Ihe faltam oferendas.

Revista Umbanda da editora Escala.

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Edson de Codoense

Edson de CodoenseMe chamo Edson,sou zelador de umbanda, por ser o caboclo trabalhador de minha casa Seu Codoense, sou conhecido por Edson de Codoense, sou membro do conselho da FUCABEAM, Federação de Umbanda e Cultos Afro-brasileiros do Estado do Amazonas,Coordenador de comunicação do Forum Permanente de Educação da Diversidade Etnico-Racial FOPEDER-AM.e colaborador desse site que é nada mais e nada menos do que uma janela aberta de conhecimentos populares fazendo assim a adversidade cultural deste país. Forte Axé. entre em contato comigo: edson@artefolk.com.br

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