Erva de São João

Também conhecida como Cipó de São João ou Flor de São João trata-se de uma trepadeira muito utilizada na decoração das festividades de São João em todo o Brasil. Produz muitas inflorescências, compostas de pequenas flores alongadas e alaranjadas. É uma trepadeira interessante quando queremos ter flores vistosas nos meses frios.

Propriedades: laxante, vermífuga, cicatrizante, anti-inflamatória, anti-séptica e analgésica

Indicações: estimula as funções do fígado e da vesícula biliar, abre o apetite, ajuda a normalizar o ciclo menstrual e é eficaz contra dismenorréia e ajuda contra vitiligo

Partes usadas: suas flores são usadas como emplasto e as folhas como chá. Lembrando que, devido ao seu efeito estimulante sobre o sistema nervoso, esse chá não deve ser tomado mais de sete dias seguidos. Também deve ser evitado por mulheres que estejam grávidas ou amamentando.

 

 

Nino Denani

Nino Denanié espiritualista livre, embora nos último anos tenha frequentado assiduamente um terreiro de Umbanda. Foi Ogã, mas abandonou a função em nome da assistência mediúnica e do aprendizado contínuo. Já foi kardecista, formado pela FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo), já tocou Umbanda de Nação, e visitou o Candomblé. Curioso por natureza, é meio chato quanto a afirmações absolutistas. Entre em contato comigo: nino@artefolk.com.br

3 Respostas to “Erva de São João”

  1. Bom dia Nino!
    Curiosidade: De acordo com o Dr. Anthony Wong (médico pediatra e toxicologista no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo), o Hipericum perforatum, nome científico dessa planta, é nos dias de hoje o remédio fitoterápico mais vendido no Brasil, é usado como antidepressivo, apesar de estudos contestando sua eficácia em tal tratamento. Diz ele: “O Hipericum, se tomado com remédios anti-retrovirais, normalmente usados no tratamento da AIDS, com a ciclosporina, que combate a rejeição de órgãos transplantados, com a digoxina, com pílulas anticoncepcionais e diazepínicos, entre outros, reduz em 40% a eficácia desses medicamentos. Que risco isso representa? É fácil deduzir. Suponhamos um paciente fazendo tratamento contra AIDS e tomando o coquetel, vitaminas e, às vezes, talidomida, que se sente deprimido e ouve falar de um remédio natural que vai melhorar seu ânimo. O que acontece? Ele resolve experimentá-lo e, de repente, sua doença se agrava. O mesmo pode ocorrer com os indivíduos transplantados. Inseguros por causa do transplante, decidem tomar um remédio natural que infelizmente vai interferir na ação dos medicamentos fundamentais para a aceitação do órgão transplantado.”
    Abraços

  2. oi Beatriz!

    Obrigado pela informação!

    Abs.

  3. esta plnta cura o viteligo pos-traumatico

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