Bambu

bambu

Nome científico: Bambusa vulgaris Schrad. ex J.C. Wendl.

Família: Poaceae.

Sinônimos botânicos: Arundarbor fera (Miq.) Kuntze, Arundarbor monogyna (Blanco) Kuntze, Arundo fera Oken, Bambos arundinacea Retz., Bambusa bambos (L.) Voss, Bambusa blancoi Steud., Bambusa fera Miq., Bambusa humilis Rchb. ex Rupr., Bambusa madagascariensis Hort. ex A. & C. Riviere, Bambusa mitis Blanco, Bambusa monogyna Blanco, Bambusa sieberi Griseb., Bambusa surinamensis Rupr., Bambusa thouarsii Kunth, Leleba vulgaris (Schrad. ex J.C. Wendl.) Nakai, Nastus thouarsii Raspail, Nastus viviparus Raspail.

Outros nomes populares: bambu; bambus (alemão); bambú (espanhol, italiano); bambou (francês); bamboo, common bamboo (inglês); bans, kapura, magar (hindú), chuk-kwang-chukan, k’u-chu, t’ien-chu-nuang, t’ien-chu-yuen (chinês), tacuará (casteliano), tvak-kshira, vansa (sánscrito).

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais:
- folhas: afrodisíaco, antiartrose, anti-helmíntico, emenagogo, estimulante, peitoral, remineralizante, tônico;
- brotos: antidisentérico, depurativo, estomáquico;
- sucodos brotos: calmante (nas afecções nervosas);
- concreções entre os nós dos colmos: contra veneno (para qualquer substãncia tóxica), antiparalisia, antiflatulência, febrífugo, depurativo;
- água dos colmos: contra venenos (em geral), anti-hemorrágica, antiafecções nervosas, anti-hemorroidária, antidiarréica, digestiva;

Indicações: afecções nervosas, artrose, contra veneno (substância tóxica), diarréia, doenças da pele (rizoma), disenteria, febre, gases, hemorragias, hemorróidas, intoxicações, osteoporose, paralisia, perturbações do estômago; remineralizar unhas, cabelos e cartilagens.

Parte utilizada: folhas, brotos, água, nós.

Contra-indicações/cuidados:

Efeitos colaterais: Não encontrados na literatura consultada.

FONTE: http://www.plantamed.com.br/

Nino Denani

Nino Denanié espiritualista livre, embora nos último anos tenha frequentado assiduamente um terreiro de Umbanda. Foi Ogã, mas abandonou a função em nome da assistência mediúnica e do aprendizado contínuo. Já foi kardecista, formado pela FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo), já tocou Umbanda de Nação, e visitou o Candomblé. Curioso por natureza, é meio chato quanto a afirmações absolutistas. Entre em contato comigo: nino@artefolk.com.br

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