Nara Figueiredo

Amigos,

O ArteFolk, através da leitora Jeanne, esteve em uma das melhores festas ciganas do Rio de Janeiro e entrevistamos sua organizadora, Nara Figueiredo, coreógrafa, bailarina clássica e professora de dança cigana, fundadora e diretora do grupo de dança cigana Encanto do Oriente. Abaixo, algumas das perguntas à Nara e algumas fotos do evento também. Aproveitem!

P.S: As fotos contidas na matéria também foram cortesia da Jeanne. Se alguém, por acaso, se sentir ofendido(a) por ter sua foto divulgada aqui, é só nos enviar um email que a retiraremos na hora.

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Nara Figueiredo

Já pequenininha me vestiam de cigana durante o carnaval. Na minha família tem uma história de cigano:  meus pais passaram a odiá-los  porque uma cigana fez um encantamento no meu avô para ele ser “pescado” por outra pessoa e o encantamento acabou levando toda a família à falência. Ele era dono de engenho e perdeu tudo. Então minha mãe ficou com ódio de ciganos,  mas mesmo assim me vestia de cigana durante o carnaval.

Eu comecei a aprender Balé clássico aos 8 anos de idade, quando vim de Salvador para cá e conheci uma senhora Grega maravilhosa, ex-assistente da Ópera Helênica de Atenas, com 8 anos eu não sabia que estava dando a mão ao esoterismo, já que ela era Rosa Cruz. Fiquei com ela muito tempo, aprendi alguns rituais, mas naquela época não se falava nisso, na parte esotérica,  não se falava em misticismo porque a sociedade não aceitava.

AF: Você sentia vontade de dançar? Já dançava quando era pequena e por isso foi chamada para fazer balé?

NF: Eu sentia muita vontade de dançar e desenhava à mão livre muitas figuras de bailarinas. Eu comecei a transferir o que  fazia na dança para o papel, mas como se fosse eu, personalizando. Então me tornei uma excelente bailarina.

Das mãos dela, eu passei para as mãos de Juliana Yanakiewa, uma bailarina russa que era do Balé de Monte Carlo e estava aqui no Brasil trabalhando no Cassino da Urca.

Ela tinha um programa chamado Cortina Sonora Madalene Rosey na TV Tupi aos Domingos e eu comecei a ensaiar e fazer parte do corpo de baile, do qual fazia parte também o recentemente falecido, Edmundo Carijó.

Eu acabei aprendendo tudo de trás para frente. E com ela eu aprendi algumas danças folclóricas russas, com a assistente dela Denise Cerqueira, que também é um monstro sagrado aqui no Rio de Janeiro – Grajaú, me ensinou muita coisa sobre danças folclóricas.

AF: Como ocorreu a transformação do balé clássico para a dança Cigana?

NF: Na dança russa, aos 14 anos, eu não conhecia, mas ali já estavam as raízes de dança Cigana. Larguei a dança aos 16 anos e me empenhei nos estudos para prestar o vestibular. Aos 18 anos, larguei a Faculdade de Serviço Social que não tinha nada a ver comigo, por causa de um convite de trabalho. Esse trabalho era para fazer um Show durante o Aniversário de Gala do Clube São Cristóvão Imperial. Meu pai era Vice-Presidente do Vasco e me chamou para uma reunião no Clube, onde propuseram esse show para comemorar o grande evento. Eu pedi que arrumassem meia dúzia de pessoas para fazer uma coreografia, então foi marcada uma entrevista para a escolha das meninas.
No dia marcado, havia 74 meninas, de 4 a 18 anos. O Presidente ao ver aquilo saiu me puxando pela mão e disse: “A partir de hoje você vai abrir uma escola de balé aqui”. E assim foi. E eu já havia largado a dança há 2 anos. Eu fiz a apresentação da Noite de Gala que passou na extinta TV Excelsior, Tv Tupi, TV Rio, Tv Bandeirantes. Dei aula em vários lugares do Rio de Janeiro. Sempre fui uma pessoa muito feliz.
Passando um dia na frente do Clube dos Sub-Oficiais e Sargentos da Aeronáutica, eu olhei, vi essa águia linda e pensei: vou entrar aqui e vou ficar. E estou aqui há 16 anos.
Entrei aqui aos 45 anos, dei aula de balé durante 5 anos chegando a ter por dia 120 alunas. Com 5 anos dando aula de balé, eu sofri um derrame e tive que parar 45 dias.
Detalhe: desde os 18 anos eu já lia mão, manifestou-se em mim essa coisa de ler mão e devido a uma série de fatores que aconteceram, eu acabei ficando meio paranóica com aquilo e decidi parar  senão iria endoidecer, e nunca mais quis ler mão.
Quando eu tive o derrame e ainda estava com as seqüelas bem aparentes, pedi à mamãe que me trouxesse um caderno A3 de desenho e uma tinta nanquim com uma pena. E desenhei o rosto de uma Cigana.
Antes de ter o derrame, eu já fazia Festas Ciganas aqui por causa da novela Explode Coração. O balé estava caindo muito, as atividades aqui estavam muito fracas, então eu criei um grupo de dança cigana. Não sei como, veio para cá a Cláudia Sartori e se  apresentou com o grupo maravilhoso de danças ciganas. Isso antes do meu derrame. Depois do dele eu corri para as mãos dela.
Fiz acupuntura para melhorar do derrame e quando comecei a ficar em pé eu pensei: “Agora vai”. Eu não poderia mais dar aulas de bale e entendi que meu ciclo com a dança clássica havia se fechado. Então eu corri até a Academia dela em Bangu e fiz aproximadamente um mês de aula, quando ela me disse: “Agora você está pronta, pode dar entrada  no seu processo de profissionalização porque você já está preparada.” E eu fiquei surpresa.
Dei entrada, e em menos de um mês eu estava com a carteira de profissionalização nas mãos e eu sei que Os Ciganos me deram isso de presente.

Então eu comecei a entender que meu caminho era esse, porque a primeira pessoa que apareceu foi a cigana Eslava Joanina Aizik que me parou no meio da quadra dos Sargentos, numa festa Cigana que eu havia preparado e que tinha 1.200 pessoas, para me falar que a partir daquele dia eu seria muito conhecida e iria liderar um grupo muito grande.

Então fui começando a trabalhar minha intuição, a liberar minha intuição, e foi isso que foi me dando cada vez mais segurança no que fui fazendo. Criei o Grupo Encanto do Oriente e legalizei. Temos logotipo e tudo mais. Fazemos muitas festas em fazendas, festas fora do Rio de Janeiro, dentro do Rio de Janeiro, somos muito reconhecidos, mas padecemos de uma coisa chamada: PATROCÍNIO. Nós não temos uma estrutura, tanto que tenho alunas que estão comigo há mais de 8, 10 anos.

AF: Esse interesse pelos ciganos então não apareceu em sua vida, eles entraram na sua vida antes mesmo de você nascer…

NF: Os ciganos te escolhem. Você é escolhida, você não escolhe. Foi isso que aconteceu comigo porque os 5 sentidos nem sempre são “sentidos” durante o sono e em sonho eu senti o perfume dos ungüentos, dos óleos, dos incensos… Eu já senti isso como se fosse um sonho de transporte. Eu me sinto cigana de alma, sim.

AF: E quando a cigana te parou no meio da quadra?  Esse foi um ponto muito interessante na sua vida porque você não conhecia essa cigana e ela falou que você seria famosa através da dança cigana.

NF: Um detalhe, quando eu estava já em perfeito estado após o derrame,  dava aula aqui e fui convidada para dar aula pela Prefeitura, no centro cultural Dina de Sá que fica na praça seca. Ali eu fiquei trabalhando sete anos e conheci uma pessoa que tinha um Templo Luar de Sulamita. Não sei porque eu fui. Quando botei os pés lá dentro eu comecei a chorar, chorei muito porque eu vi um quadro na parede que era exatamente o desenho que eu tinha feito. Era o quadro de Sulamita, é ela que me protege. Então meu vínculo é muito mais forte que a morte, é mais forte que o sonho é muito mais forte do que essa vida. É muito lindo.

AF: Os ciganos escolheram você. Você montou um Grupo de dança Cigana e continua se realizando através do Grupo.

NF: Com certeza. Lógico que a dança clássica me ajudou muito.
Nós não dançamos somente para os ciganos, nós dançamos também para gadjos – pessoas que não são ciganas – e para todos os Ciganos. Todos eles adoram o que fazemos. Sofremos algumas críticas, sim. Lógico, porque não jogam pedras em árvores que não dão frutos, só atiram pedras em árvores frondosas. Se para alguns nós fazemos o balé cigano, que bom, porque atingimos todos os gostos.
Os ciganos de sangue, assim mesmo, nos respeitam, gostam e admiram o nosso trabalho, como Mirian Stanescon. Já tivemos Ciganos que tocam para a gente, como a Banda Fúria Gitana, Alexandre Flores, Wall Rei e nós ficamos cada vez mais agradecidos por sermos reconhecidos pelos de sangue.

AF: Os ciganos de sangue dão dicas?

NF: Não. Eles respeitam. Porque se você vai ser minha aluna, o estilo vai ser seu. A dança Cigana não é uma xerox, não é uma cópia. Ela vem da sua alma. É você que põe alma na sua dança. Eu sou mero instrumento. Eu estou aqui para ajudar a você sair da sua casca. Você às vezes está enclausurada, tanto que muitas vezes diz assim: mas eu não sei dançar. O que acontece é que você não sabe que sabe dançar.
O que eu prezo muito é o conhecimento. A pessoa tem que se aprofundar a conhecer ritmos, em conhecer a parte histórica, cultural. Tem que conhecer os ciganos de sangue sim, tem que estar em contato com eles, sim.
Eu nunca fui a um acampamento, mas dizem que eu faço dança de acampamento. Eu faço a dança Romanês que é o estilo mais difícil, a que vem dos ciganos europeus.

AF: Dizem que: quer matar uma cigana, marque seus passos.

NF: Jamais eu faria os passos totalmente marcados.(risos) Alguns passos são marcados mas tem uma parte da coreografia que é livre.

AF: E essa parte esotérica, onde se encaixou na sua vida?

NF: Começou quando eu me tornei Rosa Cruz aos 18 anos. Quem me aparou quando eu nasci foi uma espírita que colocou o meu nome de Nara e em árabe quer dizer “deslumbrante como uma jóia”. Esse nome pertence a uma energia muito forte porque Nara foi a antiga capital de Tóquio, o Buda Ouro de Nara é famosíssimo e existe a história de uma Cigana, chamada Nara.( Célio e Nara – Romance). De repente eu sou Nara e deixei meu povo lá atrás e um dia devo retornar a ele, mas enquanto eu estiver nesse plano eu tenho que fazer por onde e respeitar a cultura que prezo, que vivo dela, não sou hipócrita em dizer que não, eu vivo às custas do meu trabalho que se baseia na cultura Cigana. Fui ajudada por muitas pessoas e sabe como é cigano, ele coloca as pessoas em seu caminho somente para te dar um empurrãozinho e depois elas somem. Essa Cigana que fez a previsão foi guru do Collor e fez o meu mapa astral, diz que realmente eu pertenci ao povo cigano em outras vidas. Tudo já está escrito.
O que me prende muito ao povo Cigano, segundo Oswaldo Matheus que foi um Baro, neurocirurgião formado bela Sorbone, que já cumpriu sua meta na terra, é: “Nós ciganos temos um ódio olímpico pelo poder” e é isso que eu mais prezo no cigano, não ser apegado a dinheiro, à matéria, porque eles tem a liberdade como prêmio.
Infelizmente a nossa sociedade não aceita isso, por isso que ainda existem problemas mil. Eu estive lendo que no leste europeu fazem verdadeiras atrocidades com os ciganos.

AF: E você aprendeu a cultura cigana só lendo, ou no contato com o povo cigano de sangue, ensinaram algo da cultura deles e teve dicas?

NF: Eu não estou muito preocupada com a impressão que as pessoas vão ter no que vou dizer, mas eu recebi algumas dicas dos Ciganos de sangue, porém os ciganos não dizem tudo. O que é deles pertence à tradição deles e deve ser cultuado e guardado a sete chaves, mas algumas das informações que eu tenho, e eu não posso passar, recebi deles. Tudo o que eles tem pra falar, mandam por algum sinal. Sopros sopram. Vão mandar pra você ou por sonho, ou por intuição ou alguém vai aparecer pra você e vai falar. Temos que ficar atentos aos sinais.

AF: O problema é que as pessoas ainda fazem muita confusão, a falta de informação é tão grande que as pessoas confundem ciganos com religião. Uma coisa é uma coisa e outra é outra. Eles tem a liberdade, como nós temos, de escolher a religião que quiserem simplesmente porque são místicos?

NF: Eu fiz uma apostila baseada principalmente num livro da pastoral de nômades no Murial do Gasparetto (a pessoa que está a frente dessa instituição que preza 4 raças: ciganos, judeus, negros e índios) e a maioria dessas pessoas que fazem parte dessa instituição, o quadro de direção, são padres, são filhos de ciganos. Eles editaram um livro chamado: O rosto de Deus na cultura milenar dos ciganos. Baseado nesse livro de evangelização dos ciganos do ponto de vista católico que eu escrevi essa apostila.
Nós temos uma descendente de ciganos que chegaram aqui na época de Maurício de Nassau, família “Laranja”. Sônia Laranja. Ela faz aula de dança cigana conosco à tarde.

AF: É verdade os ciganos estão perdendo suas tradições?

NF: Não acredito nisso não. Acredito que eles sejam cautelosos o suficiente para passarem como ingênuos, como pessoas que não tem interesse em divulgar mais nada deles. Nós pensamos que sabemos tudo a respeito dos ciganos. Ledo engano. Não sabemos nada.

AF: Vamos passar um pouquinho para a parte espiritual. Qual a religião da Nara?

NF: Eu acredito em Deus. Eu tenho muita fé. Eu sou devota de Santa Sara e de Nossa Senhora Aparecida. Não acredito em sacerdotes, não tenho religião. Eu acho que a religião não faz o homem, o que faz o homem é a fé.

Deus coloca no nosso caminho, nada mais nem nada menos do que aquilo que nós vamos precisar. Você não vai transferir para ninguém e nem vai receber de ninguém uma carga que não possa carregar. O karma também, você carrega até o dia que você quiser. O dia que você não quiser, você se livra dele.

AF: Como você planeja as Festas Ciganas? Com muito tempo de antecedência, pouquinho tempo de antecedência? Você pensa em todo ano dar a Festa Cigana? Como surgiu essa vontade de dar as Festas?

NF: As Festas Surgiram justamente pela empatia que eu tenho com o Povo Cigano. A primeira festa foi dada na quadra da Escola de Samba Tradição, quando eu dava aula de Dança Cigana na quadra da Escola. Depois que eu trouxe as aulas de dança Cigana para o Sargento. A segunda Festa Cigana que eu fiz, foi aqui no Clube e teve o dobro de pessoas das que foram na quadra da Tradição.

Eu sou coreógrafa, costureira, eventóloga, tomo conta do meu bebê de 86 anos, da minha casa, tenho um netinho de dois meses. Sou uma pessoa ocupada, não posso freqüentar todos os eventos que me chamam, infelizmente. Sou uma pessoa que tem que chegar para todos. O meu baú de amizade está transbordando e a cada amigo que chega, ele vai crescendo naturalmente.

Eu quero que as pessoas entendam que o que eu quero é passar para elas a alegria, segurança. A dança cigana trás principalmente segurança. A cigana é uma mulher desafiadora, ela não tem medo de riscos. E já diz um provérbio: “o negativista vê risco na chance e o otimista vê chance no risco”.

O povo cigano não tem medo, ele tem cautela e não é atirado. O que acontece é que se a pessoa não tiver parâmetros, não tiver metas, não souber onde está pisando, fatalmente ela vai escorregar. Aí vem aquela desculpa: não sou perfeito, sou humano. Tudo é possível.

Realmente, pode-se errar, mas deve-se tentar errar menos. A minha dança, não será levada para o túmulo. Eu já a trouxe de outras vidas. O meu conforto é que quando eu for embora dessa vida quero dizer: até breve,  e deixar uma boa impressão para uma grande parte de pessoas.

AF: Você forma alunos para darem aulas?

NF: Eu digo a eles: corram atrás e busquem conhecimento verdadeiro. Eles têm que ter discernimento suficiente para buscar através de informações e correrem atrás de quem possa dar-lhes informações firmes. Não porque eles carregam a cigana tal ou o  cigano tal.

Busquem a verdade em livros com ciganos de sangue. Tenham conhecimentos técnicos e conhecimentos históricos. Documentem a sua atuação no meio para poder tirar sua carteira profissional junto ao sindicato.

AF: Qual a mensagem que o Grupo Encanto do Oriente de Nara Figueiredo gostaria de deixar para os Internautas?

NF: Viva o momento, o momento é esse. Seja feliz do modo como ele lhe parece. Se a dança é o que você quer, vá até ela. Ela vai torná-lo o mais feliz do ser humano. Seja muito feliz, porque só a felicidade resgata sua alma e te leva até Deus.

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No dia 31 de Maio de 2009, Nara realizou na quadra da Escola de Samba Império Serrano no bairro de Madureira, no Rio de Janeiro, sua linda festa Cigana.

O Grupo Encanto do Oriente se apresentou e vários artistas do meio também estiveram presentes. Tivemos: a Kumpania Romai ,  dança do ventre, bollywood, O grupo musical Fúria Gitana, oráculos e barracas de expositores com lindas roupas ciganas, indianas, artesanatos.

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Vídeo:

Nino Denani

Nino Denanié espiritualista livre, embora nos último anos tenha frequentado assiduamente um terreiro de Umbanda. Foi Ogã, mas abandonou a função em nome da assistência mediúnica e do aprendizado contínuo. Já foi kardecista, formado pela FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo), já tocou Umbanda de Nação, e visitou o Candomblé. Curioso por natureza, é meio chato quanto a afirmações absolutistas. Entre em contato comigo: nino@artefolk.com.br

14 Respostas to “Nara Figueiredo”

  1. ihhhh gostei do quadro com as fotos; Sheila Saad com Nara Figueiredo, naquele vestidão lindo de viver, fazendo a apresentação do evento – Desculpe gente, não ter informado antes.

    bjos!!!!

  2. olá, gostaria de saber onde vc ministra as aulas pois estou interessada.
    obrigada.

  3. Oi Nino, a Nara vai dar outra festa no Império serrano, será dia 04/10 as 15hs.

    Um grande beijo

    Luz e Paz

  4. Já estou com os convites rs rs .. Tiro umas fotos sim, e falo com Nara.

    bjos

  5. Nino, eu esqueci a máquina, mas dia 29/11 tem outra festa. Esta será beneficente.
    Então falo com ela e tiro umas fotos.
    bjs

  6. Que felicidade ver um pouquinho de Nara Figueirero.
    Eu a conheci em uma festa aberta e sem ao menos saber quem eu era e muito menos se saberia realmente dançar ela me convidou para uma apresentação a qual nem sei ao certo porque aceitei sem pensar. Fiquei tão feliz que apresentei a dança dos sete véus nesse dia. Possuo algumas fotografias nossas se interessar.
    A uma pessoa realmente iluminada, muito obrigada!

    • Oi Cristiana!

      Que legal! Eu não conheço a Nara pessoalmente, só conversamos por email algumas vezes, mas ela parece ser realmente muito bacana. Quanto às fotos, só se elas forem ilustrativas para alguma matéria. Se vc quiser escrever e nos enviar, nós damos uma olhada e se estiver legal, a publicamos.

      Abs.

  7. Grande Nara!! Conheço essa pessoa, que é muito querida! Saudades, Nara! Está chegando a hora de nos encontrarmos novamente!

  8. Olá,
    Fui aluna da querida e guerreira Nara de 1994 a 1998 no clube dos Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica, mas infelizmente perdi o seu contato.Gostaria de saber os dias e horários das suas aulas no clube, quero voltar a dançar com ela e rever essa mulher de importância ímpar em minha vida, que me ensinou a viver e acreditar em minha capacidade, pois mesmo eu sendo uma de suas alunas mais brutas e a maior de todas no meio daquelas meninas tão “perfeitinhas”, ela nunca desistiu de mim e tirava o meu melhor…E foi com essa vontade de fazer o melhor, que nos apresentávamos na Base Aérea , em concursos de dança, chegamos a nos apresentar até no IME. Sinto muita saudade daquela época e danço suas coreografias até hoje.

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