exu-rei-das-7-encruzilhadas

Ola queridos!
Recebemos esse texto de nosso leitor George. Eu não poderia deixar de postar aqui pois ele fala um pouco sobre o exu Rei das 7 Encruzilhadas, um grande e querido amigo meu.
Salve Exu
!

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Mensagem: Seu Rei das Sete Encruzilhadas ( Asthariot )
Escritor: George Rosa de Souza

Lá do Céu um anjo fugiu……………

E assim tudo começou , pois com a revolta dos Anjos, O Maioral por não querer acatar as ordens do Criador em não permitir que fossem informados aos demais seres existentes no infinito acerca da luz (verdade) e a fé (esperança), sobre a o origem da criação e o fim dos seres, a falange dos Anjos comandada por Luz e Fé, abandonaram os convívios celestiais do Planeta Phetos para viverem nos diversos planetas do sistema solar universal.

Com o passar do tempo, aqueles Anjos foram tomando o corpo físico dos habitantes dos diversos planetas e sóis e para conviverem com os mesmos sem demonstrar físico diferente.

Dessa forma, veio a Terra, è época denominada Lemúria o Duque de Luz e Fé, o Asthariot, que adentrou-se como uma lava e tomou a forma do ser humano, tornando-se um Rei, pois nenhum exército o destruía, inclusive a Biblia faz menção sobre o Rei Asthariot. Foi destruído por seu filho, que também adotou a forma de ser humano, mas ambos eram formado de asas duplas que lhes permitiam o vôo.

E foi morar na encruzilhada………….

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orixas

Amigos,

Na internet, se soubermos procurar e tivermos paciencia para encarar várias tentativas frustradas, podemos encontrar coisas boas, elaboradas com boas intenções. Passeando por aí, me deparei com esse vídeo, separado em duas partes, que é até bonitinho e nos conta a lenda da criação do mundo, segundo os Iorubás. Claro, amigos, é alegoricamente falando, então não se atentem tanto para as informações específicas dos orixás, mas ouçam a composição musical, os toques, a música e a lenda em si também.

São dois vídeos de aproximadamente 8 minutos, dependendo da sua conexão, pode ser que demore um pouco para abrir, mas assegurol-lhes que vale a pena a espera.

Abs.

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Um dos mais temidos Orixás, comanda as doenças e, conseqüentemente, a saúde. Assim como sua mãe Nanã, tem profunda relação com a morte.

Tem o rosto e o corpo cobertos de palha da costa, em algumas lendas para esconder as marcas da varíola, em outras já curado não poderia ser olhado de frente por ser o próprio brilho do sol.

Seu símbolo é o Xaxárá – um feixe de ramos de palmeira enfeitado com búzios.

Suas cores são vermelho, preto e branco e seu dia é a segunda-feira.

Sua saudação é ATÔTÔ ! (silêncio).

LENDA

Xapanã, originário de Tapa, leva seus guerreiros para uma expedição aos quatro cantos da terra. Uma pessoa ferida por suas flechas ficava cega, surda ou manca, Obaluaê-Xapanã chega ao território de Mahi no norte de Daomé, matando e dizimando todos os seus inimigos e começa a destruir tudo o que encontra a sua frente.

Os Mahis foram consultar um Babalaô e o mesmo ensinou-os como fazer para acalmar Xapanã. O Babalaô diz que estes deveriam trata-lo com pipocas, que isso iria tranqüiliza-lo, e foi o que aconteceu. Xapanã tornou-se dócil.

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historia-de-um-guardiao-de-fe

exu-veludo

Estou num canto do terreiro observando os trabalhos.
Os médiuns já estão em posição, velas foram firmadas, todos já bateram cabeça. Os pontos invadem o salão.
Na assistência pessoas que frequentam a casa com assiduidade e outras que pisam pela primeira vez.
Sinto que algumas estão visivelmente emocionadas, seus protetores estão ali. Outras estão suando frio, passam mal, estão agoniadas, afoitas para sairem dali.
Espíritos trevosos estão atuando sobre elas, querem sair dali o mais breve possível, pois temem serem descobertos. Certamente serão afastados e não poderão perturbar aquelas pessoas.
A Mãe de Santo vibra com intensidade, na corrente um médium balança a cabeça, parece que vai cair. Percebo que seu caboclo está por perto.
O médium ainda é novo, não está totalmente integrado com seu guia, mas com paciência e amor, em breve estará incorporando seu caboclo.
Na corrente, muitos estão incorporados.
O caboclo chefe, toma a Mãe de Santo, com faz há décadas e brados de guerra são ouvidos.
Na medida em que os irmãos da mata chegam, trazem forte energia para todos. Unidos numa só força, eles, através dos passes, retiram da assistência os eguns e kiumbas, limpam as pessoas estão perturbadas, e transmitem força e esperança.
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pombagiraOlá queridos!
Hoje trago um texto muito bonito que conta a lenda de Maria Molambo. É realmente tocante!
Só não se esqueçam de que essa história é de uma das muitas Marias Molambos que temos por esse mundo.
A história da Maria que trabalha com você com certeza é outra e, se você e ela quiserem compartilhar conosco, ficaremos honrados em colocar aqui.
Boa leitura!
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Sua lenda diz que Maria Mulambo nasceu em berço de ouro, cercada de luxo. Seus pais não eram reis, mas faziam parte da corte no pequeno reinado.
Maria cresceu sempre bonita e delicada. Com seus trejeitos, sempre foi chamada de princesinha, mas não o era. Aos 15 anos, foi pedida em casamento pelo rei, para casar-se com seu filho de 40 anos.
Foi um casamento sem amor, apenas para que as famílias se unissem e a fortuna aumentasse. Os anos se passavam e Maria não engravidava. O reino precisava de um outro sucessor ao trono. Maria amargava a dor de, além de manter um casamento sem amor, ser chamada de árvore que não dá frutos; e nesta época, toda mulher que não tinha filhos era tida como amaldiçoada.
Paralelamente a isso tudo, a nossa Maria era uma mulher que praticava a caridade, indo ela mesma aos povoados pobres do reino, ajudar aos doentes e necessitados.

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Ola queridos!
Recebi esse texto por e-mail e o achei muito interessante. Fala sobre o Baralho Cigano, grande ferramenta de trabalho.
O texto é longo mas vale a pena.
Boa leitrua!!

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A história do Baralho Cigano Lenormand

A origem do Baralho Cigano Lenormand tem duas versões. Na primeira delas, este magnífico jogo de cartas estaria relacionado ao Petit Lenormand. Este baralho composto de 36 cartas foi criado por Anne Marie Adelaide Lenormand, uma francesa nascida na cidade de Alençon, em 1772. Mademoiselle Lenormand ficou famosa pela precisão de suas previsões, atendendo a figuras ilustres da realeza da França. Numa casa de altos e baixos em Paris, esta mulher jovem, acompanhada de seu gato preto, espalhava sobre a mesa as cartas do seu baralho e previa o futuro de seus nobres consulentes. Ela atendia figuras da alta sociedade da época e grandes líderes, como Robespierre e o Imperador Napoleão Bonaparte.
Além de cartomante, Mademoiselle Lenormand era astróloga, quiromante, numeróloga e tinha muitos outros conhecimentos como geomancia, dominomancia, cafeomancia. Ela revolucionou o conhecimento da Cartomancia, na época, utilizando flores, ervas e talismãs junto com seu jogo de cartas. Com seu desencarne, em 25 de junho de 1843, muita desta sabedoria desapareceu com ela. Somente cinqüenta anos depois, alguns manuscritos de Lenormand foram recuperados e mais tarde divulgados.
Na segunda versão, o Baralho Cigano Lenormand, teria sido descoberto e propagado por este povo mágico que são os Ciganos. Através do seu modo singular de vida migrando de um lugar para outro, eles popularizaram seu jogo de cartas com figuras singelas e de fácil entendimento. Foi desse mesmo modo, que este povo nômade, nos presenteou com a expansão de muitas outras artes advinhatórias, como a Quiromancia, por exemplo, originária da Índia.
Seja qual for a verdadeira origem e a descrição histórica deste baralho, vale lembrar: é fácil notar que a origem da maioria dos oráculos ao qual temos acesso hoje geralmente é deficiente, visto que a humanidade já passou por vários períodos de repressão, tendo assim, perdido muito conhecimento no campo do ocultismo. Se não fosse a persistência e a coragem de diversos mestres da filosofia esotérica, não poderíamos desfrutar hoje deste e de outros maravilhosos jogos de cartas.
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Amigos,

caboclo-pena-branca
Caboclo Pena Branca

Estou correndo um certo risco fazendo o que vou fazer aqui, mas acredito que todos vocês tem discernimento para entender a metáfora.

Nós do ArteFolk sempre deixamos claro que as histórias que encontramos de guias pela internet e livros por aí não correspondem, necessariamente, as histórias dos guias que vocês conhecem, mesmo que eles ostentem os mesmos nomes. Apesar disso, tempos atrás, uma leitora sugeriu que colocássemos lendas aqui em nosso site e, como nós somos um site democrático, começamos a buscar tais lendas. Mas QUERO DEIXAR CLARO QUE SÃO SÓ LENDAS e que algumas delas, apesar das aparentes veracidades de informações, não passam de lendas, impossíveis historicamente de acontecer. Para um maior exclarecimento, leia a matéria “Sobre História de Guias“, em “O ArteFolk“.

De qualquer forma, segue uma pretensa história da vida do Caboclo Pena Branca:

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Nasceu em aproximadamente 1425, na região central do Brasil, hoje, entre Brasília e Goiás, onde seu pai era o Cacique da tribo.

Era o filho mais velho de seus pais e desde cedo se mostrou com um diferencial entre os outros índios da mesma tribo, era de uma extraordinária inteligência.

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Amigos,

Socrates
Socrates

defendemos muito aqui no ArteFolk a história da vida ética e com moral intacta (pelo menos, o mais intacta possível). No dia 29 de outubro eu andei muito pela cidade e, durante a andança, em frente a uma casa meio abandonada, encontrei um pedaço de jornal velho no chão. O que me chamou a atenção foi o título, que entre a sujeira consegui identificar como sendo um impresso nomeado “Momento Espírita”. O texto que seguia era do livro “Apologia de Sócrates, de Platão” da editora Escala. Não sei se a história é verídica ou uma parábola (os gregos adoravam parábolas para explicar o comportamento humano), mas ainda assim é um exemplo tal qual os exemplos de Jesus, sobre a retidão do caráter e a leveza do espírito. O texto dizia que Sócrates estava preso, acusado pelo Tribunal dos Heliastas de não reconhecer os deuses que a cidade reconhecia e de corromper os jovens, com seus ensinos nobres, o septuagenário sábio teve seu corpo enjaulado por 40 dias. Seu corpo apenas, pois de seu Espírito jamais conseguiram sequer chegar perto seus acusadores. Obviamente se tratava de uma condenação injusta, mas que o filósofo aceitou com tranqüilidade e segurança.  

Seus discípulos, porém, não aceitaram tão facilmente assim, e chegaram a elaborar um plano de fuga para o mestre. 

Tudo estava arranjado: compra de guardas, rota de fuga, navio. Sócrates poderia assim fugir com certa facilidade, graças aos amigos e admiradores.

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