malagueta
erva-da-semana-pimenta-malagueta

Olá pessoal!

O post de ervas dessa semana vai abordar uma erva um tanto complicada para alguns: a pimenta. Mas vamos lá, vou tentar colocar o que consegui descobrir sobre ela.

NOME CIENTÍFICO: Piper Rubra, Capsicum baccatum

FAMÍLIA: Solanáceas

OUTROS NOMES: Quinjá-apuá, pimenta-comarim-verdadeira, quiia-apuá, quau-chile.

DESCRIÇÃO: Arbusto bem esgalhado, de até 2 metros de altura. Folhas alternas, ovais, agudas. Flores brancas esverdeadas. Fruto em forma de fuso, de até 3 cm de comprimento, vermelho quando maduro, e muito ardido. Sementes achatadas.

USO MEDICINAL: O suco do fruto, misturado com farinha, serve como enérgico sinapismo (cataplasma de efeito revulsivo) em casos de meningites e congestões cerebrais, casos esses que, dada sua gravidade, não podem ser tratados sem o médico.

O que interessa à medicina popular à que as folhas da malagueta, machucadas e misturadas com azeite, são boas para rebentar tumores. Aplicação tópica.

O suco da malagueta, misturado com óleo de rícino é, outrossim, indicado para combater a queda de cabelo.

Alguns espiritualistas recomendam o uso das folhas de malagueta em alguns banhos, misturados com outras ervas, para limpeza perispiritual, ou limpeza das energias nocivas em torno da pessoa. Não posso afirmar que a sentença é verdadeira por desconhecer completamente o uso energético da planta.

FONTES: Livro As Plantas Curam, 31ª Edição

Que Pai Oxalá abençoe a todos!


erva-da-semana-aroeira

aroeira-vermelha

NOME CIENTÍFICO: Schinus terebenthifolius, Schinus antarthritica, Schinus aroeira

FAMÍLIA: Anacardiáces

OUTROS NOMES: Aroeira-mansa, aroeira-vermelha, araguaraíba, corneíba

DESCRIÇÃO:Árvore pequena. Ramos foliosos, mais ou menos empubescidos. Folhas compostas. Folíolos sésseis, oblongos e serreados. Frutos arredondados, avermelhados e pequenos.

USO MEDICINAL:

A aroeira é boa no combate as febres, o reumatismo e a sífilis.

Alguns homeopatas aconselham o uso dessa planta no caso de atonia muscular, distensão dos tendões, artrite, fraqueza dos órgãos digestivos e pequenos tumores.

Emprega-se também empiricamente, em fomentações, para combater afecções reumáticas e tumores linfáticos.

As folhas são dotadas de propriedades balsâmicas, pelo que usam para curar úlceras.

Devido aos seus efeitos adstringentes, as cascas são usadas contra a diarréia e as hemoptises. Usam-se 100 gramas para 1 litro d’água. Pode adoçar-se com açúcar. Tomam-se de 3 a 4 colheres de sopa ao dia.

As lavagens com o decocto das folhas são eficazes contra edemas, erisipela e outras moléstias que se manifestam em forma de edema ou eritema

CUIDADOS:

A aroeira que estamos falando aqui não deve ser confundida com as aroeiras bravas ou aroeiras brancas. Estas são extremamente cáusticas. O simples cheiro ou as partículas que delas se desprendem ao serem cortadas, a seiva ou a madeira seca, ou até mesmo a terra em que crescem suas raies podem causar afecção cutânea semelhante à urticária, edema ou eritema. Para estes casos, as lavagens com o decocto das folhas da aroeira mansa são um remédio eficaz.

FONTE:

Plantamed

Livro: As Plantas Curam, 13ª Edição

Que Pai Oxalá Abençoe a Todos!

alface

As alfaces em geral apresentam folhas macias, grandes, de sabor suave e refrescante, que crescem em volta do caule pequeno (em roseta), podendo ser lisas ou crespas, formando ou não uma cabeça e podem apresentar diversas tonalidades de verde e roxo-bronzeado. Apresentam elevado conteúdo em vitaminas, minerais e água, são pobres energéticamente e prestam-se a inúmeros pratos culinários, sendo consumida crua em saladas e sucos ou cozida em sopas, refogados, e outros pratos salgados. Cada 100 gr de alface contém apenas 15 kcal o que a torna uma alimento importante em dietas de restrição calórica. As alfaces são muito perecíveis e estragam-se rapidamente se mal conservadas ou manipuladas inadequadamente.

Indicações: Insônia, nervosismo, agitação, conjuntivite, reumatismo, problemas gastro-intestinais, gases.
Propriedades: Calmantes, sedativas, antiácida, anti-reumática, calmante do estômago, diurética, eupéptica, laxante (leve).
Partes usadas: Folhas, raízes e seiva.

Mais Ervas

———-


———-

———-

agriao

Exige solo poroso, estercado e com muita umidade. Erva de sabor picante, normalmente usada em saladas.

Herbácea pequena, que atinge de 15 a 30 cm de altura. Possui caule tenro, oco, carnoso e nodoso, onde se apresentam 2 tipos de raízes: as finas e brancas que surgem nas axilas das folhas, e as principais que fixam a planta na terra.

As folhas de coloração verde-escuro, bem intenso, são partidas em segmentos nas formas arredondadas ou ovais e reunidas geralmente em grupos de 3 a 7u.

As flores são brancas e pequenas, com quatro pétalas. Para um bom desenvolvimento, deve ser plantada em local de água corrente, como na beira de rios, ou colocando as sementes em caixotes, em local seco, e depois transplantadas as mudas para local definitivo.

Mais Ervas

———-


———-

———-

erva-da-semana-capim-limao

capim-limao

Nome Científico: Cymbopogon citratus Staupf - Família Gramineae

Outros nomes populares: Chá-de-estrada, capim cheiroso,erva cidreira, capim-cidrilho,capim santo, lemon grass, capim cidreira, falsa cidreira, capim cidrão.

Medicinal

É utilizado como refrigerante, diaforético, antifebrífugo, contra gases intestinais, dores musculares e torceduras. Contém citral, substância também encontrada na melissa, que lhe confere propriedades calmantes e sedativas.
Como os óleos essenciais são voláteis, no preparo de infusões de folhas ou rizomas, não é necessário ferver muito, nem deixar em água quente por tempo prolongado. Para liberar os princípios ativos, bastam 10 minutos de calor ou fervura.
O chá é bom para insônia e tônico depurativo em estados gripais febris. Para baixar a febre: Faça uma infusão com 1 xíc.de chá de água e 1 xíc. de chá de folha ou rizoma fresco, ou metade se forem secos. Coe e tome quente.
Para reumatismo e dores musculares: Esmague num pilão um pouco de rizoma com 1 col (sopa) de óleo de côco. Coe e empregue em massagens, nos locais doloridos.
Contra ansiedade: Faça uma infusão com 5 gs de folha ou rizoma para cada xícara de chá de água. Coe em seguida. Tome de duas a três xícaras por dia.

Utilização

  • Uso caseiro: Pode ser usado em banhos aromáticos (preparar sempre o chá forte e nunca colocar a erva direto no banho), e como sachê para perfumar tecidos e afastar traças e outros insetos.
  • Uso culinário: Batido com água, o capim limão faz um refresco para tirar desânimo dos dias de calor. Usado como aromatizante de bebidas alcoolicas.
  • Aromaterapia: Tônico nervoso para a exaustão e cansaço, anti-depressivo, combate stress e ansiedade.

Mais ervas

———-


———-

———-

erva-da-semana-babosa

Aloe_humilis

NOME CIENTÍFICO: Aloes Humilis

FAMÍLIA: Liláceas

OUTROS NOMES: Erva-babosa, caraguatá, aloe-africana

DESCRIÇÃO: Suas folhas são quase triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha. Cheiro forte. Do centro sai uma vergôntea que se cobre, na parte superior, de flores amarelas, semelhantes às angélicas.

USO MEDICINAL: As folhas, e, principalmente, o suco são emolientes e resolutivas, quando aplicadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erispelas, queda de cabelo, etc.

A polpa é boa para combater a oftalmia (calor nos olhos) e curar feridas, por isso é anti-oftálmica e vulneária.

A folha despida da cutícula é um supositório calmante nas retites hemorroidais.

PRECAUÇÕES: Deve ser evitado pelas gestantes, pessoas com inflamação uterina ou ovariana. PODE SER ABORTIVA e é laxante.

FONTES:

Livro: As Plantas Curam, 13ª Edição

Site: Plantamed

Que pai Oxalá Abençoe a todos”

———-


———-

———-

erva-da-semana-melao-de-sao-caetano
melao

Melão-de-São-Caetano

NOME CIENTÍFICO:

Momordica charantia

FAMÍLIA:

Cucurbitáceas

OUTROS NOMES:

balsamina-longa, caramelo, erva-de-são-caetano, erva-de-lavadeira, erva-de-são-vicente, fruto-de-cobra, fruto-negro, melão-de-são-caetano-gigante, melãozinho, meloeiro-de-são-caetano, quiabeiro-de-angola
!– wp_ad_camp_1 –>
Continuar lendo »

erva-da-semana-acoita-cavalo

acoita

NOME CIENTÍFICO: Luhea grandiflora

FAMÍLIA: Tiliáceas

OUTROS NOMES: Mutamba-preta, ivitinga, ivantiji, papeá-guaçu

DESCRIÇÃO:

Árvore muito grande, apresentando folhas gandes, obovais e claras. Flores grandes, brancas ou rajadas.  Fruto redondo, oblongo, capsular e pentaocular. Madeira de cor branco-amarelada. Há uma variedade de açoitas-cavalos, todas servindo para os mesmos fins medicinais.

USO MEDICINAL:

Emprega-se em casos de desinteria e hemorragia, artrite, diarréia, leucorréia, reumatismoe tumores.

Pode ser usada em banhos, chás ou clisteres.

Alguns pesquisadores afirmam que a erva é excelente ara resolver problemas de tumores, limpar úlceras e feridas gangrenosas, sempre utilizando o decocto da entrecasca.

FONTES:

Plantamed

Livro: As Plantas Curam, 13ª Edição

Livro: Plantas e Substâncias Medicinais e Tóxicas

erva-da-semana-quebra-pedra

Quebra-pedra

NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus niruri

FAMÍLIA: Euforbiáceas

OUTROS NOMES: Arrebenta-pedra, erva-pombinha, saxifraga

DESCRIÇÃO: Erva anual. Haste erecta, fina, ramosa. Ramos alternos. Folhas ovais, alternas pequenas, simulando os folíolos de uma imparienada. Flores amarelo-esverdinhadas, dióticas. Fruto trilocular, com duas sementes em cada loja.

USO MEDICINAL: De acordo com o próprio nome, esta planta é usada para ajudar a dissolver areias e cálculos. É diurética, fortificante do estômago, aperiente. Muit usado nas cólicas renais, cistites, enfermidades crônicas da bexiga, hidropisia, distúrbios da próstata. Em alguns lugares usado também como remédio específico para diabetes e hepatite B.

Modo de usar: Decocção: ferver durante 10 minutos 10g da planta seca em 1 litro de água. Tomar 2 a 3 xícaras por dia.

Para eliminação do cálculo renal, tomar o chá a vontade o dia, durante 3 semanas. Parar por 7 dias e, se necessário, repetir.

FONTES:

Livro: As plantas curam, 13ª Edição

Plantamed


———-


———-

———-

erva-da-semana-louro

NOME CIENTÍFICO: Laurus nobilis

FAMÍLIA: Laureáceas

OUTROS NOMES POPULARES: Louro comum, loureiro-de-presunto, loureiro-de-apolo, loureiro-dos-poetas.

DESCRIÇÃO: Árvore de tronco liso. Folhas semelhantes às da laranjeira, ou seja, pecioladas, ovóides, agudas, glabras. Comumente usam-se as folhas, nas comidas, como condimento.

USO MEDICINAL:
Anúria: Aplica-se sobre a bexiga uma cataplasma quente, preparada com 30 gramas de frutos do loureiro, 15 gramas de bagas de zimbro, 3 cabeças de alho, tudo bem machucado.
Amenorréia: Empregam-se 3 gotas de suco das folhas diluído em uma xícara de água.
Dispepsia: Prepara-se um chá com as folhas (20 gramas). Tomam-se três xícaras por dia.
Nevralgia: Fazem-se fricções, com o azeite extraído das folhas, sobre as partes doloridas.
Reumatismo: Fazem-se fricções, com o azeite extraído das folhas, sobre as partes doloridas.
Úlceras: Amassam-se os frutos do loureiro, misturam-se com mel e aplicam-se topicamente.

FONTES:
Livro: As Plantas curam, 13ª Edição
Plantamed

© 2011 Suffusion theme by Sayontan Sinha