P. J.

P. J.

Médium em desenvolvimento, minha base de conhecimento vem toda do Kardecismo, apesar de conhecer um pouco da Umbanda. Busco sempre auxiliar os que precisam e pedem, além de observar e aprender com todos. Atualmente me considero um espiritualista, que busca informações independente de religião, pois acredito que não exista uma religião correta, apenas a busca de Deus e da paz interior, e cada um da sua forma e caminho que julga ser o correto.

desencarne

Sei que esse é um tema muito polêmico, porém, escolhi esse tema por dois motivos: Primeiro para poder dar a minha versão, o meu entendimento do assunto, e segundo porque recentemente perdi (se é que podemos assim dizer) uma pessoa muito querida da família.

Aprendi com o passar do tempo, com os ensinamentos que somente a experiência e a maturidade pode nos fornecer, que quando uma pessoa morre, por mais próxima que ela seja de nós, não podemos dizer  que “perdemos” essa pessoa.

Muito pelo contrário, acredito que nesse momento, essa pessoa finalmente se encontrou. Encontrou a paz, a explicação para muitas coisas que nessa última encarnação talvez não tenha encontrado, por mais que buscasse por toda a vida.

Encontrou-se com o seu verdadeiro eu, a “pessoa” que ela realmente era, descobriu que seu espírito continua vivo e aprendendo, e que essa vida foi apenas mais uma etapa na sua evolução, pois nosso espírito é eterno. Aprendeu que não adianta colocarmos máscaras em nossas atitudes, em nossos atos para com os outros, pois somente quando encaramos a realidade, a pessoa que somos no fundo, somente assim poderemos entender realmente as nossas virtudes e os nossos defeitos.

Somente a partir desse ponto, poderemos buscar a evolução, pois se não soubermos aonde chegar, como poderemos partir? Quando subimos o primeiro degrau da escada, sabemos exatamente onde ela termina e o que buscamos.

Dessa forma, sei que o sentimento que tenho por essa pessoa ainda vive, o amor e o carinho perdurarão por tempos, mas devo ficar feliz, pois sei que apenas mais uma etapa para sua evolução.

A tristeza e o sentimento de perda também irão me rodear, mas não devo deixar que tome conta e se sobreponha sobre o amor e o carinho, pois, ao contrário do que dizem, acredito que a tristeza, chorar por alguém que não iremos mais desfrutar do seu convívio enquanto “encarnado”, traz outras conseqüências, mas isso é assunto para outro texto.

Abraços fraternos.

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tempo

É, realmente a vida nos dias atuais é muito corrida mesmo.

Realizamos centenas de tarefas todos os dias, na maioria das vezes no automático.

Tomar café da manhã, pegar o ônibus, trabalhar, almoçar, estudar, levar as crianças para a escola, natação, aula particular e outra infinidade de tarefas.

No final de semana quando pensamos em relaxar, a única coisa que vem a mente é ficar em casa jogando dardo na televisão. Mas também fazemos isso no automático.

Quando encontramos com a namorada ou quando estamos em casa com a família, parece que tudo é muito automático também, as conversas, a falta de interesse pelos assuntos dos outros.

Aí, quando nos damos conta, o dia já passou, a semana passou, o mês, o ano e a vida inteira passaram. Olhamos para trás e vemos o monte de coisas que deixamos de fazer e outro monte de coisas desnecessárias que fizemos e pensamos: Se tivesse tido tempo para fazer isso….

Será que realmente falta tempo? Ou será que falta interesse?

É muito mais fácil jogar a culpa no tempo ou em outras pessoas do que olharmos pra dentro de nós mesmos e fazer uma profunda e importante reflexão. Mais fácil mesmo, pois assim não teremos que conviver com a culpa de ter deixado tudo passar, ter deixado a vida se esvair entre os dedos.

Busque o tempo. Crie oportunidades. Gere situações. FAÇA.

Depois que o tempo passou, não adianta correr atrás, porque o tempo não perdoa e não volta.

E falando nisso, você tem tido tempo para o seu guia?

Abraços fraternos.

provacoes-de-um-medium

É, vida de médium não é fácil mesmo.
Estive pensando sobre a vida de médium. É certo e sabido que todos somos médiuns, mas quando aceitamos o convite de trabalhar na espiritualidade, a visão que temos sobre o assunto por vezes muda.
Sempre achei que ser médium era o máximo, incorporar, dar recados, receber essa ou aquela entidade… Eu seria o cara. rsrsrs
Mas descobri que não é tão simples assim. Quando aceitamos o convite e adentramos ao campo santo, tudo se modifica, pois deixamos de ter aquela visão “romântica” e passamos a entender qual a finalidade, o objetivo que é a CARIDADE.
Eis uma coisa difícil. A quem diga que é fácil, mas me desculpe, eu discordo.
Prestar a caridade envolve muita coisa, não simplesmente ajudar da forma que pode ao seu semelhante. É necessário uma boa dose de paciência, humildade, resignação e desprendimento.
Dar um prato de comida para um necessitado, dar esmola no semáforo é muito fácil, pois na maioria das vezes as pessoas agradecem e somem.
Difícil é você ajudar quem não conhece, dedicar tempo, carinho e atenção, dar conselhos e depois de tudo isso, essa pessoa ainda sai falando mal de você, que não ajudou, etc.
Na verdade acredito que isso acontece pois essas pessoas não entendem o nosso papel, não sabem como as coisas funcionam.
Mas independente disso, temos que saber que não podemos ajudar alguém esperando algo em troca, mesmo que seja um agradecimento, senão não seria caridade.
Temos que ter resignação para aceitar e humildade para interiorizar o acontecimento e buscar saber se não foi você quem causou isso, com alguma palavra dita errada, com algum gesto incorreto.
E pensar que ainda escolhemos nossa mediunidade antes de encarnarmos…. Eita nóis!!!!
Abraços fraternos.

P.J.

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nossos-valores

Um tema que tem me atraído muito ultimamente são os valores que damos para tudo em nossa vida.

Como já disse anteriormente, por conta do meu trabalho tenho a oportunidade de viajar muito pelo país e procuro sempre observar os costumes e cultura das cidades por onde passo.

Ultimamente tenho viajado muito pelos “interiores” e pude constatar o grande contraste que existe nessas regiões em comparações aos grandes centros. Não falo do contraste social que isso é muito claro, mas o contraste dos valores. Valores atribuídos às pessoas, aos fatos da vida que são completamente diferentes e me fez parar para refletir um pouco sobre o assunto.

Tenho me perguntado ultimamente: Será que dou o devido valor à tudo que me cerca?

Por muitas vezes as pequenas coisas nos fogem da atenção, de percebermos a beleza, a importância que existe por trás delas.

Por exemplo, qual a importância que damos ao nosso emprego? O fato de estar empregado, de carteira assinada, com um salário no final do mês (do qual comumente reclamamos), de ter condições de prover o sustento da família?

Pois digo que muitas vezes não damos o devido valor, porque já é uma coisa comum, corriqueira (pelo menos nos grandes centros). Mas e para aquela pessoa que mora na cidadezinha do interior do estado? Muitas vezes o sonho de vida é ter uma carteira assinada, um salário fixo, deixar “de vender o almoço pra comprar o jantar”como diz o ditado.

Qual a importância que damos aos amigos, a família? O povo interiorano tem uma coisa que particularmente acho muito bonita, que é o valor e o respeito à família. Onde os filhos ainda tomam “a bença” dos pais beijando as costas das mãos.

Falam da família com um brilho nos olhos que não vemos atualmente.

Qual a importância das pequenas conquistas, da compra da bicicleta para o filho, a compra de uma boneca para a menina? Praticamente nenhuma.

Pois os “caboclos” do interior valorizam demais isso. Fazem festa para receber o filho que veio passar as férias por estar estudando na capital.

Acho que o recado é esse: Valorizar as pequenas atitudes, os menores acontecimentos, como se fossem únicos ou últimos.

Não sei se isso é uma receita, mas com certeza um caminho para se viver melhor.

Abraços fraternos

P.J.

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ante-as-portas-livres

Ante as portas livres de acesso ao trabalho cristão e ao conhecimento salutar que André Luiz vai desvelando, recordamos prazerosamente a antiga lenda egípcia do peixinho vermelho.

No Centro de formoso jardim, havia grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedras, escoava suas águas, do outro lado, através de grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei. E ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

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Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, menosprezado de todos.

Não conseguia pescar a mais leve larva, nem se refugiar nos nichos barrentos.

Os outros, vorazes e gordões, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

O peixinho vermelho que nadasse e sofresse.

Por isso mesmo era visto, em correria constante, perseguido pela canícula ou atormentado pela fome.

Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio , o pobrezinho não dispunha da tempo para muito lazer e começou a estudar com bastante interesse.

Fez o inventário de todos os ladrilhos que enfeitavam as bordas do poço, arrolou todos os buracos nele existente e sabia, com precisão, onde se reuniria maior massa de lama por ocasião de aguaceiros.

Depois de muito tempo, à custa de longas perquirições, encontrou a grade do escoadouro.

À frente da imprevista oportunidade de aventura benéfica, refletiu consigo:- “ Não seria melhor pesquisar a vida e conhecer outros rumos?”

Optou pala mudança.

Apesar de macérrimo pela abstenção completa de qualquer conforto, perdeu vários escamas, com grande sofrimento, a fim de atravessar a passagem estreitíssima.

Pronunciando votos renovadores, avançou, otimista, pelo rego dágua encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu embriagado de esperança…

Em breve, alcançou grande rio e fez inúmeros conhecimentos. Encontroou peixes de muitas famílias diferentes que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe mais fácil roteiro.

Embevecido, contemplou nas margens homens e animais, embarcações e ponte, palácios e veículos, cabanas e arvoredo.

Habituado com o pouco, vivia com extrema simplicidade, jamais perdendo a leveza e a agilidade naturais.

Conseguiu, desse modo, atingir i oceano, ébrio de novidade e sedento de estudo.

De início porém fascinado pela paixão de observar, aproximou-se de uma baleia para quem toda a água do lago em que vivera não seria mais que diminuta ração;Impressionado com o espetáculo, abeirou-se dela mais que devia e foi tragado com os elementos que lhe constituíam a primeira refeição diária.

Em apuros o peixinho orou ao Deus dos peixes rogando proteção no bojo do monstro e, no obstante as trevas em que pedia salvamento, sua prece foi ouvida, porque o valente cetáceo começou a soluçar e vomitou, restituindo-o às correntes marítimas.

O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.

Plenamente transformado em suas concepções do mundo, passou a reparar as infinitas riquezas da vida.Encontrou plantas luminosas, animais extranhos, estrelas móveis.e flores diferentes no seio das águas. Sobretudo, descobriu a existência de muitos peixinhos, estudiosos e delgados tanto como ele, junto dos quais se sentia maravilhosamente feliz.

Vivia agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando ao se referir ao seu começo laborioso, veio a saber que somente no mar, as criaturas aquáticas dispunham de mais sólida garantia, de vez que,quando o estio se fizesse mais arrasador, as águas de outra altitude continuariam a correr para o oceano.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaixão daqueles com quem convivera na infância, deliberou consagrar-se à obra do progresso e salvação deles.

Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade? Não seria nobre Ampara-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?

Não hesitou.

Fortalecido pela generosidade de irmãos benfeitores que com ele viviam no Palácio de Coral, empreendeu comprida viagem de volta.

Tornou ao rio, do rio aos regatos e dos regatos se encaminhou para os canaizinhos que o conduziram ao primitivo Lar.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida de estudo e serviço a que se devotara, varou a grade e procurou ansiosamente, os velhos companheiros.

Estimulado pela proeza de amor que efetuava, supôs que seu regresso causasse surpresa e entusiasmo gerais. Certo a coletividade inteira lhe celebraria o feito, mas depressa verificou que ninguém se mexia.

Todos os peixes continuavam pesados e ocioso, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos, protegidos por flores de lótus, de onde saiam apenas para disputar moscas, larvas, ou minhocas desprezíveis.

Gritou que voltara a casa, mas não houve quem lhe prestasse atenção, porquanto ninguém, ali havia dado pela ausência dele.

Ridicularizado, procurou então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura.

O soberano, algo entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

O benfeitor desprezado, valendo-se do ensejo, esclareceu com ênfase, que havia outro mundo liquido, glorioso e sem fim. Aquele poço era uma insignificância que podia desaparecer, de momento para outro. Além do escoadouro próximo, desdobrava-se outra vida e outra experiência. Lá fora, corriam regatos ornados de flores, rios caudalosos repletos de seres diferentes e, por fim, o mar, onde a vida aparece cada vez mais rica e cada vez mais surpreendente. Descreveu o serviço de tainhas e salmões, de trutas e esqualos.Deu noticias do peixe-lua, do peixe-coelho e do galo do mar. Contou que vira o céu repleto de astros sublimes, e que descobrira árvores gigantescas, barcos imensos, cidades praieiras, monstros temíveis, jardins submersos, estrelas do oceano e ofereceu-se para conduzi-los ao Palácio de Coral, onde viveriam todos, prósperos e tranqüilos. Finalmente os informo de que semelhante felicidade, porem, tinha igualmente o seu preço. Deveriam todos emagrecer convenientemente, abstendo-se de devorar tanta larva e tanto verme nas locas escuras e aprendendo e trabalhar e estudar tanto quanto era necessário à venturosa jornada.

Assim que terminou, gargalhadas estridentes coroaram-lhe a preleção.

Ninguém acreditou nele.

Alguns oradores tomaram a palavra, e afirmaram solenes, que o peixinho vermelho delirava, que outra vida alem do posso era francamente impossível. Que aquela história de riachos, rios e oceanos, era mera fantasia de cérebro demente e alguns chegaram a declarar que falavam em nome do Deus dos peixes, que trazia os olhos voltados para eles ùnicamente.

O soberano da comunidade, para melhor ironizar o peixinho, dirigiu-se com ele até à grade de escoamento e, tentando, de longe, a travessia, exclamou, borbulhante:- “ Não vês que não cabe aqui nem uma só de minhas barbatanas? Grande tolo! Vai-te daqui! Não nos perturbe o bem estar… Nosso lago, é o centro do universo… Ninguém possui vida igual a nossa!…”

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho realizou a viagem de retorno e instalou-se , em definitivo, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.

Depois de alguns anos, veio pavorosa e devastadora seca.

As águas desceram de nível. O poço onde viviam os peixes pachorrentos e vaidosos, esvaziou-se, compelindo a comunidade inteira a perecer, atolada na lama…

O esforço de André Luiz, buscando acender luz nas trevas, é semelhante á missão do peixinho vermelho.

Encantado com as descobertas do caminho infinito, realizadas depois de muitos conflitos no sofrimento, volve aos recôncavos da Crosta Terrestre, anunciando aos antigos companheiros, que além dos cubículos em que se movimentam, resplandece outra vida, mais intensa e mais bela, exigindo porem,mais acurado aprimoramento individua para a travessia da estreita passagem de acesso às claridades da sublimação.

Porque:- FALA-INFORMA-PREPARA-ESCLARECE.

Há contudo, muitos peixes humanos que sorriem e passam, entre a mordacidade e a indiferença, procurando locas passageiras ou pleiteando larvas temporárias. Esperam um paraíso gratuito com milagrosos deslumbramentos depois da morte do corpo.

Mas sem André Luiz e sem nós, humildes servidores de boa vontade, para todos os caminheiros da vida humana, pronunciou o pastor Divino, as indeléveis palavras:- “ A CADA UM SERÀ DADO DE ACORDO COM AS SUAS OBRAS.”

EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 22 de Fevereiro de 1949.

Bibliografia:

André Luiz – Espírito.
Chico Xavier – Médium.
Livro: Libertação.
“Pagina 7: Ante as Portas Livres”.

Texto pego nesse site.

os-caminhos-da-descoberta

Queridos irmãos,

Tenho pensado muito ultimamente sobre os caminhos de nossas vidas.

Quantas vezes nos pegamos perdidos, sem saber qual caminho seguir? Isso vale para todos os campos de nossa vida, pessoal, familiar, profissional e principalmente espiritual.

Vou falar de mim, que é o pouco que conheço. Tenho uma base no Kardecismo, o que não me arrependo de forma alguma, pois vejo que foi a porta de entrada desse mundo maravilhoso que é o da caridade e amor ao próximo.

Hoje sigo outros caminhos, me digo espiritualista, pois ainda junto todo o conhecimento e experiências por onde já passei, mas as raízes do Kardecismo são profundas e importantes.

Não quero defender nenhum tipo de religião, dogma ou doutrina, apenas expor meus pensamentos, que por muitas vezes são confusos. Mas os de quem não são?

Bom, o que gostaria de dizer é que, independente do caminho que seguimos, da casa que freqüentamos, um dos pontos mais importantes nesse caminho de descobertas é a nossa fé. Fé em Deus e em todos os seus enviados, que podem ser chamados de espíritos elevados, guias, entidades, orixás, etc. Mas para mim são como nossos pais que temos sempre que ouvir e respeitar. Com a diferença que eles não erram e não têm sentimentos terrenos, materialistas como nós.

Acredito que esse seja o caminho (ao menos no meu caso), pois as dúvidas são normais e importantes em qualquer descoberta, afinal, nos faz pensar e questionar, e esse é outro ponto importante: QUESTIONAR!!

E não simplesmente questionar, mas também prestar atenção aos detalhes que na maioria das vezes são reveladores. É incrível o que o questionamento e a atenção aos detalhes podem nos revelar. Já saí de situações bem complicadas dessa forma.

Já me vi em situações em que o questionamento não era permitido, pois “não se deve questionar o trabalho das entidades”, mas com atenção aos detalhes consegui perceber o que realmente estava acontecendo e tomar a minha decisão do caminho a seguir.

Portanto meus irmãos, nessa nossa busca pelos caminhos, que espero que seja incessante e incansável, lembrem-se que o questionamento e atenção aos detalhes vão fazer toda a diferença. Não se deixem influenciar por algumas pessoas que dizem que “entidade não admite questionamento”.  Sobre isso posso dizer que quem não permite o questionamento é o médium, por vários motivos, mas geralmente é por vaidade e ignorância. Isso mesmo, o médium, pois entidade não age dessa forma. Porque não permitiria questionamentos, se nós encarnados somos todos imperfeitos e o questionamento serve para nosso aperfeiçoamento e crescimento?

Que Deus os abençoe.

ninguem-chuta-cachorro-morto

Queridos irmãos,
Recebi esse texto por e-mail e resolvi compartilhar com vocês. Ele é direcionado á vida corporativa, mas ao lerem entenderão que se aplica em todos os campos da nossa vida, inclusive no espiritual. Autoria do Prof. Luiz Marins.
Boa leitura
Os mais velhos, cheios das sabedorias dos antigos, sempre diziam “ninguém chuta cachorro morto!” Eis aí uma verdade.
Quando se deparar com pessoas criticando muito ou falando mal de você aos quatro ventos, antes de se irritar, lembre-se que elas estão se ocupando de você. E se estão se ocupando de você é porque você tem alguma importância para elas. É porque você está vivo e incomodando. Se você fosse um anônimo, um desconhecido total ou mesmo se estivesse morto, ninguém se incomodaria de falar mal, ou criticaria você.
Há pessoas que se ocupam da vida alheia como uma verdadeira profissão. E há pessoas que se incomodam demais com essas falações e fofocas a ponto de perder o sono e a tranqüilidade. As duas estão erradas. A que fala não deveria falar e a que se preocupa não deveria se preocupar.
Pessoas sérias, idôneas, não falam mal das outras pelas costas. Se pessoas sérias tem alguma crítica a fazer a você, com certeza terão a dignidade de lhe falar diretamente, e não aos outros, nos refeitórios, nos bares, onde quer que seja.
Lembre-se que quando você responde ou dá mostras de sua irritação com esse tipo de pessoa de baixo nível, você está descendo ao nível dela, se rebaixando e se tornando igual a ela. O melhor que você poderá fazer é oferecer-lhe um solene desprezo e continuar sua vida sem se incomodar com fofocas, mesquinharias, caras feias e até malcriações. Muitas vezes, o que essas pessoas que vivem a se ocupar da vida alheia querem é chamar sua atenção. E quanto mais você responder, discutir, brigar, mais atenção estará dando a elas, ou seja, estará fazendo o jogo delas.

umbral

Queridos irmãos,
Encontrei na Wikipédia essa definição de Umbral e achei interessante dividir com vocês. O Texto é um pouco longo, mas muito esclarecedor.
Boa leitura.
A palavra “Umbral” possui atualmente, em português, três sentidos distintos, contudo com relação de continuidade: 01. Sentido usado na arquitetura e construção; 02. Sentido usado na psicofísica e 03. Sentido Usado no Kardecismo
01. O significado primário do termo, de etimologia espanhola (umbral), é o nome da pedra que se coloca na parte de baixo de uma porta. Nas construções antigas, e ainda hoje, costuma-se colocar uma pedra (na maioria das vezes de mármore), com a mesma largura da porta para funcionar no nível do piso como demarcação de separação entre os dois ambientes. Em português, essa pedra também pode ser chamada de umbreira, mas o local que ela ocupa – ou seja, a passagem entre dois ambientes – é chamado de umbral. O dicionário Houaiss notifica a derivação por extensão de sentido “local de entrada para um interior; limiar” E dá como exemplo a frase: “O porto é o umbral da cidade.” Dessa forma, a palavra também tem o sentido conotativo de “entrada”.
02. Por causa desse sentido primeiro, a palavra “umbral” foi usada para designar o objeto de estudo da psicofísica; ramo da psicologia que estuda a relação entre a magnitude de um estímulo físico e a intensidade com que este é percebido por parte de um observador. A experiência mais conhecida de medição de “umbrais” é a mínima mudança necessária na intensidade de uma luz para que a alteração seja perceptível para o espectador. Usado nesse contexto, o termo ganha os sentidos conotativos de “penumbra” e “escuridão”, como na frase: “Antes de abrir as cortinas, a sala era um umbral”.
03. Por causa desses dois sentidos anteriores, foi a palavra exata para designar na obra espírita (espiritismo), “Nosso Lar”, psicografado por Chico Xavier e atribuída ao espírito de André Luiz, o “estado ou lugar transitório por onde passam as pessoas que não souberam aproveitar a vida na Terra”. É interessante notar que o sentido kardecista guarda os dois sentidos anteriores: primeiro por se tratar de uma dimensão que está “entre” a dimensão material (ou física) e a dimensão espiritual (ou sutil); Depois porque no imaginário popular (reforçado pelas obras audio-visuais que abordaram a temática kardecista, como a novela da TV Globo, “A Viagem”) esse lugar seria mal iluminado, cheio de “trevas”, (que é a primeira imagem que vem à mente quando se fala de umbral no sentido da psicofísica). Após aparecer em “Nosso Lar”, com esse significado, passou a ser usado de forma recorrente em obras mediúnicas, de maneira que foi incorporado ao jargão espírita no Brasil.
Segundo a doutrina espírita, é uma “dimensão” na qual estão os espíritos que tiveram uma vida de maldades. Por conta disso, eles experimentam sofrimentos “físicos” e morais, como a sensação da necrose do corpo e a vergonha de se ver incapaz de ocultar suas fraquezas e desejos mais íntimos dos olhares curiosos e/ou inquisidores de outros espíritos. As referências ao Umbral, que surgem em romances mediúnicos brasileiros em meados do século XX, são bastante diversificadas entre si, ora dando a entender que se limitaria a um estado de confusão mental por que passa o espírito após a morte, ora descrevendo-o como um “lugar espiritual” situado próximo à crosta terrestre e habitado por espíritos obsessores. No livro Nosso Lar, o umbral é definido como uma “região destinada a esgotamento de resíduos mentais (…)”. Assim sendo, entende-se como um período posterior ao desencarne (processo em que a alma abandona o corpo após a morte deste) que possibilita à alma entender o seu atual estado espiritual. O tempo de permanência no Umbral, e a ocorrência de processos dolorosos de culpa e flagelação, vai depender do estágio evolutivo da alma e do reconhecimento humilde das faltas cometidas (quando for o caso). Em verdade o Umbral lembra a ideia do “purgatório” pregado na doutrina católica. Contudo, na doutrina espírita está presente a ideia de “evolução espiritual”: Como todo espírito tem como objetivo ascender no seu progresso moral e intelectual na direção do Amor Divino, é nessa zona que ele, após a morte do corpo material, fica enquanto continuar com vibrações inferiores. No momento em que consegue sintonizar com as vibrações positivas ele identifica seus interventores espirituais que estão lá para auxiliá-lo. Esse período de tempo pode ser curto ou longo, mas é passageiro.

nao-fui-eu-foi-minha-entidade

Queridos irmãos, acho bem provável que todos já tenham ouvido essa frase.

Sinceramente hoje eu fico muito triste quando ouço (se bem que nunca mais ouvi) ou quando alguém me conta que ouviu isso de seu orientador espiritual, pai de santo ou dirigente da casa.

Fico triste porque hoje tenho o discernimento de que não é bem assim que funciona. Boa parte do que nos acontece tem influência do espiritual, isso é fato, mas não podemos permitir jogar a culpa de nossos desatinos nas entidades, nossos guias espirituais que são somente amor e luz.

Um ser de luz, evoluído, teria a necessidade bater em alguém para que essa pessoa aprenda? Então será que se essa entidade precisa se rebaixar ao nosso nível de evolução? Isso não seria uma regressão?

E quanto ao fato que ouvimos por aí que fulano que é um galinha, fica com várias mulheres, traindo sua esposa só porque sua entidade de frente é uma Pomba Gira? Será mesmo?

E aquele que chegou na tenda contando vantagem porque o caboclo de frente (que é muito bravo e selvagem) agrediu um desafeto, simplesmente por ser uma pessoa de quem o médium não gosta?

Pois é meus irmãos, já ouvi dessas histórias. E quem já não ouviu?

Agora deixo a pergunta: Será que esses atos de desatinos são cometidos pelas entidades? Justamente por esses espíritos que, apesar da evolução espiritual, escolheram continuar na crosta terrestre cumprindo um papel de caridade, de ajuda e orientação aos menos esclarecidos?

Será que não somo nós que criamos essas situações e escolhemos em quem jogar a culpa, para não sermos julgados?

Peço à Deus que essas pessoas possam se confrontar com a realidade, que tenham a oportunidade de entender o que está acontecendo e sinceramente arrepender-se de seus atos falhos, e que daqui por diante possam espalhar o amor, o bem, a caridade e os bons pensamentos e atitudes por onde andarem, mas sempre lembrando do passado, para que não voltem a se comprometer e endividar ainda mais.

Que Deus Pai esteja com vocês e que Nossa Senhora da Conceição os cubram com seu manto sagrado de bênçãos e proteção.

e-demanda

Queridos irmãos,
Quem nunca se sentiu estranho??? Quem nunca, sem mais nem menos, de uma hora pra outra, começou a sentir uma dorzinha aqui, um incômodo ali e coisas do gênero???
Quem tem pelo menos um pouco de conhecimento da espiritualidade, sabe que os maus que nos afligem nem sempre são físicos, ou somente físicos. Sabemos que existe uma influência dos espíritos sobre nós, seja ela positiva ou negativa. Quando é negativa, alguns chamam de demanda, ou seja, alguém em algum lugar enviou através de trabalho feito (ou até simplesmente com um pensamento muito forte e direcionado) energias negativas para nos afetar, o que pode causar dor, desconforto, e até desequilíbrio mental nos casos mais graves.
Mas não quero falar exatamente sobre isso, gostaria de falar sobre a nossa atitude quando nos deparamos com esses acontecimentos.
A grande maioria já sai falando: “É demanda!!!!”
Não é bem assim. Pode até ser uma demanda, mas como nos defendemos dela? Simples: Não dê bola. É isso mesmo, não ligue pra ela.
Não fique se martirizando – “Meu Deus, agora vou morrer”. “E agora, o que eu faço?”, “Se eu souber quem fez isso, tá perdido”, “Já sei quem foi, agora vai levar o troco”, e assim por diante.
Ao invés disso, tenha uma atitude positiva, procure limpar seus pensamentos, focalizando coisas boas, acontecimentos que realmente fizeram a diferença positivamente na sua vida.
Lembre-se que o problema é do tamanho que você vê, portanto, não fique pensando nisso, ou até mesmo tentando achar o causador ou a causa para tudo isso. Limpe-se. Limpe sua mente e seu coração.
A atitude é tudo em nossa vida, inclusive quando falamos de espíritos. Afinal, nos unimos àqueles que nos são afins, não é isso? Com uma atitude negativa, de vingança, será que não estaremos abrindo as portas a mais “ataques” como esses?
Pense nisso e tenha bons pensamentos e atitudes sempre.
Abraços fraternos.

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