Nino Denani

Nino Denani

é espiritualista livre, embora nos último anos tenha frequentado assiduamente um terreiro de Umbanda. Foi Ogã, mas abandonou a função em nome da assistência mediúnica e do aprendizado contínuo. Já foi kardecista, formado pela FEESP (Federação Espírita do Estado de São Paulo), já tocou Umbanda de Nação, e visitou o Candomblé. Curioso por natureza, é meio chato quanto a afirmações absolutistas. Entre em contato comigo: nino@artefolk.com.br

 

- Por Huberto Rohden -

Não sou mestre de ninguém.
Ninguém é discípulo meu.
Sou como a flecha na encruzilhada,
Cuja missão é apontar o caminho certo,
E depois ser abandonada…
Se o viandante não ultrapassar a seta,
Não cumpre o desejo da mesma.
Ai de mim se eu não for abandonado!
Se o viandante parar diante de mim,
Contemplando a minha forma e cores.
Se, em vez de demandar a invisível longinqüidade,
Se enamorar da minha visível propinqüidade,
E não compreender a minha mensagem,
Que aponta para além de mim,
Rumo ao Infinito…

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o-mundo-de-fe-em-deus
Amigos,
Esse texto nos foi enviado pelo nosso amigo e colaborador honorário Erickson Lima. Espero que gostem.
Abs.
Vivemos em um mundo de completa fé. Nesse post O Mundo de Fé em Deus, vou explicar um pouco pra vocês do Universo religioso e ritualístico do Tambor de Mina e do Terecô…

Habitamos em um mundo de estreita Fé em Deus. Na busca por uma religiosidade perfeita acabamos seguindo religiões que pra nós são a verdadeiras vertentes da fé. Em um caminho de fé, surge o Tambor de Mina, de origem Jeje e Nagô, foi trazida diretamente da África, da Região do antigo reino do Dahomé ((Dagumé, Danumé) atual Benim). O TAMBOR DE MINA é uma religião ritualística de transe e pocessão, seus filhos de santo, recebem o nome de Vodunsi’s (Casado com Vodun), e em um grande processo de iniciação e feitura cansativo e árduo é considerada uma das religiões mais proliferadas pelo Maranhão e Pará.
Conhecida atualmente por ser uma religião característica de Voduns, possui a presença de entidades (encantados) ligados a alta fidalguia e monarquia Portuguesa, Francesa, Espanhola, Húngara, Turca e Africana…
Nessa busca pela fé, presente na vida diária de cada um, buscamos a algo que nos traga o prazer divino e liberdade expressiva de escolha. Na religiosidade politeísta, a fé com base em principios espiritualistas busca além da paz espiritual, resolver problemas terrenos. A Umbanda por sua vez possui um aspecto da Religiosidade Kardecista, por outro lado o Tambor de Mina se baseia no sentido sacerdotal dos voduns e não se liga a princípios de Encarnação e Desencarnação, memo havendo entidades que para muitos são considerados Desencarnados e que para os praticantes dessa religião foram pessoas que tiveram uma passagem de um mundo para outro, sem a presença da morte e sim de um elemento religios !

A fé não se baseia em princípios e sim em cada um que nela acredita, alguém que a pussui e que nela firma-se. Princípios são apenas simples inteligações da fé… O Mundo da Fé em Deus – é um mundo de entidades ligadas a este enorme Senhor Deus…
Em um simples toque das caixeiras do Divino, no Cantar e no Doutrinar, este é um mundo sagrado de forte impacto religioso. Todos somos filho de uma fé em Deus, seja ele quem for… Um vodun ou um Orixá, mas um Deus capaz de unir nações e de demonstraçoes inusitáveis de suas capacidades e habilidades!

Sejam todos felizes Neste Mundo de Fé em Deus!

Aê Fé em Deus
Aê Fé em Deus
Eu tô no Mundo da Fé em Deus
Aê Fé em Deus

sobre-as-vozes-do-alem-iii-spiricom-avancado

Amigos,

Continuando com a terceira parte das comunicações com os espíritos (parte I e II aqui):

Em 1975, Hans Otto Hoenig, de Moenchengladbach, Alemanha Ocidental, orientado pelo espírito Helmuth, projetou o sistema capaz de gerar uma mistura de audiotons com freqüência na faixa de 30 MHz (ultrassons).
De 1982 a 1988, Koenig aperfeiçoou seu sistema ao ponto de obter comunicações nítidas e prolongadas, em dois sentidos, com os espíritos.
Em 15 de novembro de 1983, Koenig fez o seu primeiro programa de rádio e TV de Luxemburgo. Uma segunda vez, em 24 de janeiro de 1986, Koenig apresentou-se em um programa ao vivo na mesma emissora. Nessa ocasião, foi estabelecido um contato verbal entre a senhora presente no auditório da TV e seu falecido filho de nome Frank. Cerca de três milhões de telespectadores assistiram ao programa. No dia imediato, 25 de janeiro de 1986, o programa foi reprisado a pedido dos telespectadores.
Nos dias 7 e 8 de junho de 1986, Hans Otto Koenig participou do segundo Congresso Voice i Immagine da Un´ Attra Dimensione promovido pelo centro Milanese di Metafonia – CEMM. Cerca de quinhentas pessoas compareceram ao conclave. Na ocasião, Koenig instalou seu spiricom no palco do auditório. Feitos os preparos prévios e estabelecida a comunicação com o plano espiritual, foi presenciado por todos os assistentes um rápido diálogo entre a presidente do CEMM, sra. Virginia Ursi, e o espírito de seu falecido filho Umberto. No final da demonstração, os espíritos controladores fizeram o seguinte prognóstico: “Nós aqui estamos e não estamos mortos. Nós vos enxergamos. Breve nos mostraremos todos pela televisão”.

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sobre-as-vozes-do-alem-ii-spiricom

Amigos,

Continuando a matéria sobre as vozes do além (primeira matéria aqui, sobre o EVP), apresento-lhes o Spiricom.
A palavra “SPIRICOM” resultou da combinação das sílabas de dois vocábulos ingleses: “Spirit” e “Comunication”. É o nome dado a um sistema eletrônico destinado a obter comunicação verbal, em dois sentidos, entre os vivos e os espíritos desencarnados.
Em 1971, os americanos, George William Meek, Paul Jones e Hans Herckmann, instalaram um laboratório, visando montar o Spiricom, sistema de comunicação verbal com os espíritos, que se esperava fosse mais eficientes do que o EVP.
Em 1973, achava-se concluído o primeiro protótipo do Spiricom, batizado com o nome de Mark I, cujos resultados foram mínimos. No outono de 1974, estrearam o segundo aparelho, Mark II, que também deu poucos resultados. Nessa fase de experiências, George Meek e seus colaboradores a ajuda do plano espiritual, mantendo-se em contato, através de médiuns confiáveis, com uma equipe de físicos e técnicos desencarnados, chefiados pelo cientista britânico falecido em 1962, dr. William Francis Gray Swann. Naquela ocasião, George Meek e sua equipe pretendiam conseguir contato com planos espirituais mais elevados; por exemplo: os Pianos Causal e Mental. Todavia, os primeiros sucessos foram obtidos graças à colaboração de espíritos do astral médio, conforme iremos ver
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sobre-as-vozes-do-alem-i-evp

Amigos,

Dias atrás fiz uma bricadeira em um comentário e citei uma ferramenta muito pouco usada e ainda menos comentada, o Spiricom. Depois de algumas perguntas sobre o que isso significava, resolvi escrever um artigo sobre essa ferramenta, e sobre algumas outras também, com o mesmo princípio. Como o assunto é um tanto vasto, vou separá-lo em algumas partes, que publicarei dia a dia. A primeira se refere às primeiras (como não podia deixar de ser) formas de captação de fenômenos de voz por aparelhos eletrônicos. Depois veremos o Spiricom, o Spiricom Avançado, o Vidicom , o TCI por Computador e o TCI Telefônico. Segue:

As Vozes Eletrônicas: EVP
Tecnicamente, usa-se a sigla EVP (do inglês: “Electronic voice phenomenon”) para designar os fenômenos espontâneos do aparecimento de vozes extras, em gravações feitas em fitas magnéticas comuns. A ocorrência dessas vozes pode surgir durante uma gravação normal.
As primeiras manifestações desta natureza aconteceram em 1936, quando Atila von SzaLay tentou captar vozes paranormais por meio de um gravador a agulha, em disco de fonógrafo marca Packard-Bell. Ele teve êxito, porém a qualidade das gravações eram pobres. Em 1947, von Szalay empregou em suas pesquisas um gravador a fio de aço, marcas Sears Roebuck. A qualidade das vozes melhorou, mas havia um problema com o fio de aço: emaranha-se de vez em quando.
Em 1950 Von Szalay usou pela primeira vez um gravador de fita magnética, obtendo algumas vozes inteiramente claras.
Em 1956, pode assinalar-se como sendo ocasião em que se iniciou uma investigação consistente do EVP Nos princípios de 1956, von Szalay associou-se com o parapsicólogo Raymond Bayless. Os dois levaram a efeito de pesquisas sistemáticas que deram o material para um artigo escrito em 1958 e publicado no Journal of the American Society for Psychical Research, número do inverno de 1959. A repercussão desse fato foi insignificante tanto no meio parapsicológico como entre os leigos.
Há um episódio interessante relatado pelo parapsicólogo dr. Scott Rogo, acerca das pesquisas feitas por von Szalay e Raymond Baytess, em 1957. Continuar lendo »

marretando-os-muros-do-ego

Textos Espiritualistas Irmão buscador, cada um encontra à frente os muros construídos por suas próprias ilusões.

Tijolo a tijolo, ao longo das vidas sucessivas, é a própria consciência que bloqueia os caminhos de seu progresso na senda.
Às vezes, alguém reclama: “Parece que a minha vida está amarrada! Será que realizaram alguma magia maléfica para bloquear o meu caminho?”
Contudo, na maioria dos casos o que se vê é a própria inércia da pessoa impedindo-a de se esforçar mais para descerrar novas possibilidades.
As barreiras cármicas são invisíveis, mas são bem reais, e sua ação é inexorável.
Porém, essas barreiras não são intransponíveis.
Mediante o esforço da consciência, as gotas de seu suor poderão dissolver o cimento das ilusões que une os tijolos.

* * *

Sim, irmão! É o teu trabalho que derrubará os muros. Tu mesmo os construiu! Agora, tu mesmo os derrubarás. Ninguém poderá fazer isso em teu lugar.
Usa a marreta do bom senso e golpeia fortemente os teus muros. Estuda e trabalha, sue a camisa nessa tarefa magna. 
Marreta as tuas ilusões!
O teu tempo de inércia já passou.
E tu já apanhaste demais, por isso renova o teu labor.

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espiritualismo-artefolk

Amigos,
Tenho pouco tempo de Umbanda, estou nela desde 2002, mas tenho sido, talvez, um pouco mais ativo que o necessário e isso tem me dado grandes recompensas. E grandes chateações também.
Recompensas porque tenho visto e ouvido coisas maravilhosas nesses anos, o contato com os guias tem sido maravilhoso, todos eles, desde o Exu Zé (Gira Mundo) que foi quem me deu uma ótima primeira impressão, o que me levou a retornar em busca de conhecer melhor as coisas; o paizão Seu Flecha Dourada da Mata Virgem, Cabocla do Sol, Cobra Coral, Exu Pimenta, Juanita e Juan, Seu Veludo, Seu Ventania, vovó Luzia do Engenho das Almas, Serginho, Seu Sete Pontas, Caçadora dos Sete Lagos, Cigana Rainha da Noite, a inesquecível Marianinha, Seu João de Deus, Exu Guerreiro, Guardião, João Marinheiro e tantos outros que me deram o prazer da companhia e da instrução na vida e na mediunidade.

Chateações porque tenho visto muita coisa errada, e não estou me referindo a metodologias dentro do campo santo e sim de comportamentos fora dele. E a situação está me perturbando tanto a ponto de me levar a fazer esse manifesto, não como forma de dizer o certo e o errado, mas de dizer como eu, como fundador do ArteFolk, vejo a situação.
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Amigos,

O ArteFolk foi convidado a palestrar na SENDA, um centro espiritualista aqui em São Paulo, mais precisamente na zona norte da cidade e nós nos sentimos muito gratos a isso e cumprimos a essa solicitação felizes. E hoje gostaria de escrever a respeito da experiência, proporcionada através de nosso amigo e irmão Rafael.

Engraçado quando isso acontece. Nós fomos convidados, a Julia e eu, palestrar sobre o início da jornada mediúnica, para um grupo, fundamentalmente, de pessoas que estão a menos de um ano nessa nova vida. O engraçado é que sempre se espera que o palestrante “ensine” alguma coisa a sua assistência mas o que verifiquei é que, na verdade, quem acaba aprendendo somos nós mesmos.

Claro que a experiência é compartilhada, mas quando o convite surgiu, preocupamo-nos em ver a melhor forma de passarmos o pouco que conhecemos para as pessoas. E então fomos obrigados a estruturar nosso pensamento de uma forma didática, e uma forma seqüencial para que o que falássemos não fosse apenas jogado ao acaso. Todo esse “pensar” foi uma escola, pois geralmente conhecemos muitas coisas para nós mesmos, vários fragmentos de pensamentos aleatórios, aplicados a ocasiões ou situações específicas, mas externar isso é outra coisa. Colocar isso em ordem cronológica é outra ainda diferente. E o mais importante para nós quando começamos a pensar nisso, falar sobre nossa experiência deixando bem claro que essa era a NOSSA experiência e que era só uma das verdades possíveis dentro de um mundo inteiro de verdades, foi algo completamente diferente.

Sim, porque não víamos jamais a idéia de entrar em uma casa que já é funcional há muitos anos, que já tem sua assistência freqüente, que já tem os guias e suas linhas de trabalho formadas e consagradas e dizer que o correto é isso ou aquilo. Isso iria contra tudo o que sempre pregamos no AF, contra tudo o que sempre aprendemos e buscamos transmitir. Mas então, como falar? Sobre o que falar?

Nosso irmão deixou a questão livre para nós. Só abriu que o público seria de pessoas iniciantes na jornada, que já aceitaram a entrada nos veios de trabalho da Umbanda. Ele queria que falássemos mais tecnicamente sobre isso. E buscamos falar.

Não sei se obtivemos sucesso, mas vou contar como senti com a experiência.

Olhar aquelas feições ávidas por ouvir o que nós iríamos propor foi fantástico. Cheguei nervoso, claro, sou apenas um “garoto” nessas lides e nenhum grau ou cargo dentro de um terreiro me prepararia para isso. Ensaiamos, a Julia e eu, o que falaríamos, pedimos ajuda a nossos guias amigos, aos guias chefes da própria casa, afinal, era sob o consentimento deles que estaríamos lá, e comecei a falar. E enquanto falava, via que as pessoas absorviam, ou pelo menos ouviam, o que era dito. E por incrível que pareça, apesar de nossa preocupação em sermos mais gerais para não ferirmos procedimentos ou crenças difundidos pela casa, a conversa fluiu muito bem. As perguntas foram pertinentes e espero que tenha conseguido responder algumas delas.

A experiência para nós foi ótima. A Julia e eu ficamos “digerindo” nossas sensações por dias, extasiados pela troca de energias durante a palestra, pela acolhida que nossos irmãos nos deram, pelas amizades que fizemos.

Fique muito feliz. Estou muito feliz ainda, pra ser totalmente sincero. Espero ter mais experiências como essa, e espero ter isso sem recorrer a minha prepotência, transformando essa prática saudável em algo lucrativo. Não é essa a intenção. Fizemos e faremos sempre por amor e por caridade, pois esse é o objetivo do AF, o objetivo do Nino e da Julia também.

Em fim, esse post foi feito só para agradecer nossos irmãos da SENDA pelo convite  e dizer o quanto aproveitamos essa nova experiência.

Muito obrigado a todos da SENDA!

Abs.

Amigos,

nosso colaborador Ricardo nos mandou algo muito bom que, confesso, atrasei um pouco ao colocar on line. Nessa semana, será comemorado a assinatura da lei que instaura 17/11 como o dia do Umbandista, pelo menos aqui em São Paulo. Para comemorar essa assinatura, do dia 15 ao dia 21 de novembro, acontecerão alguns eventos muito bons na cidade, cujo calendário segue abaixo. Nós, do AF, estaremos como imprensa em alguns deles, mas vale a pena para todos reservarem um pedacinho em suas agendas para celebrar. Segue:

Esta comemoração conta com o apoio de:
Prefeitura Municipal de São Paulo;
Associação de Umbanda e Candomblé de Atibaia e Região;
União de Tendas de Umbanda e Candomblé;
Associação Paulista de Umbanda;
Primado do Brasil;
Federação Umbandista do Grande ABC (FUGABC);
Movimento Cultural e Musical Pró Raízes;
Federação Organização Yacaraí;
Tribuna de Honra com Baluartes da Umbanda;
Associação Umbandista e Espiritualista do Estado de São Paulo – AUEESP;
União Regional Umbandista da Z.O. da Grande São Paulo;
Federação Núcleo Umbandista de Guarulhos – FENUG;
Templo-Escola Ventos de Aruanda;
Federação Espírita Reino dos Orixás – FERO;
Colégio de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda;
Superior Órgão de Umbanda do Estado de São Paulo – SOUESP;
Escola de Curimba e Arte Umbandista Aldeia de Caboclos.

Toda a programação terá entrada gratuita e os alimentos arrecadados serão doados à Casa André Luiz e Abrigo de idosos Casa Pedra do Caminho.

Segunda Feira (15/11/2010)

Local : Clube da Mooca (Rua Taquari, 635 – em frente a Faculdade São Judas)

A partir das 15:00 horas.

Show de Curimbas – Produção Executiva (Engels de Xangô)

Apresentações:

- Aldeia de Caboclos

- Tambor de Orixá

- Filhos do Cacique

- Conga ao Vivo com produção de Pai Ronaldo Linares e Aldeia de Caboclos.

Terça Feira (16/11/2010)

Local: Clube de Regatas Tietê (Av. Santos Dumont, 843 – Metro Armênia).

A partir das 20:00 horas

WorkShop de Tambor e Toques

Engels de Xangô (Aldeia de Caboclos)

Severino Sena (Tambor de Orixá)

Fabinho (Guerreiros de Oxalá)

Miro de Xangô (Filho de Umbanda)

Zezinho de Oxalá

Escola Nilton Fernandes

Entrada Gratuita com certificado de participação.

Quarta Feira (17/11/2010)

Local: Câmara Municipal de São Paulo

A partir das 19:00 horas

Sessão Solene

Oficialização do dia municipal da umbanda e do umbandista

Iniciativa: Vereador Quito Formiga

Quinta Feira (18/11/2010)

Local: Clube de Regatas Tietê (Av. Santos Dumont, 843 – Metro Armênia).

A partir das 20:00 horas

Entrada: Gratuita. Pede-se levar um quilo de alimento não perecível.

Encontro Show de Curimbas

Aldeia de Caboclos

Razão para viver

Vulcão de ouro

T.U. Mamãe Oxum e Baiana Sebastiana

Colégio Pena Branca

Filhos do Axé

Filhos de Umbanda

T.U. Mamãe Oxum e Vovó Tereza

T.U. Cabocla de Iansã

T.U. Caboclo Julião e Pai Xangô

Templo da Luz da Lei

Sandra Bernardes

(Os alimentos serão doados para as Casas André Luiz e Abrigo de Idosos Casa Pedra do Caminho – Templo de umbanda Força Divina)

Sexta Feira (19/11/2010)

Local: Clube de Regatas Tietê (Av. Santos Dumont, 843 – Metro Armênia).

A partir das 19:00 horas

Show de Umbanda

Liz Hermann e Cia.Tribo

Pai Elcio de Oxalá

Grupo Aruanã

Curimba Aldeia de Caboclos

Curimba da Apeu

Curimba Tambor de Orixá

Sábado (20/11/2010)

Local: Clube de Regatas Tietê (Av. Santos Dumont, 843 – Metro Armênia).

A partir das 10:00 horas – Esportes e competições

Tributo a Zumbi dos Palmares

Samba de Mesa com Família do Samba e Grupo Trama

Desfile de Moda Afro

Capoeira Tucano Preto

Feira de Artesanato

A partir das 20:00 horas

Entrega da medalha Zumbi dos Palmares e homenagem a Leci Brandão

Domingo (21/11/2010)

Local: Clube de Regatas Tietê (Av. Santos Dumont, 843 – Metro Armênia).

A partir das 15:00 horas

Feira Umbandista

Fórum Meio Ambiente – Trabalho Social – Umbanda e a Lei – Sociologia

Exposição História da Umbanda

A história da Umbanda (Alexandre Cumino)

Internet e Umbanda (Rodrigo Queiroz)

meditacao-silenciosa

Amigos,

Essa técnica foi descrita por Deepak Chopra, no livro Saúde Perfeita. Também é bem fácil de fazer, mas também requer certa disciplica:

Trata-se de uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo de corpo e mente. À medida que a mente se aquieta e permanece desperta você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.

 Antes de começar, encontre um local silencioso em que não vá ser perturbado.

Sente-se e feche os olhos.

Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.

Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.

Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.

Se durante a meditação você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.

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