2010-tempo-de-paz

 

O que é o tempo, senão uma sucessão de acontecimentos,
momentos promissores para se pensar em construir a paz
entre povos e nações?

Mas, para que as sementes de paz germinem em toda a terra,
é necessário encontrar semeadores de boa vontade,
terreno cultivável onde a justiça se desenvolva
num clima que favoreça o eqüitativo crescimento de todos.

Portanto, é urgente se pensar na humanização dos povos e
nações, no respeito às diversidade étnicas, costumes e crenças.
No estabelecimento de uma nova ordem mundial,
fundamentada na compreensão e valorização dos seres humanos.

Como falar de paz quando se vive num mundo
que promove a guerra, que mutila e mata,
que gera ódio e vingnças, que cria massa de gente faminta,
de pobres esfarrapados, crianças assustadas, pessoas tristes,
sem perspectiva de um futuro melhor?

Neste panorama quase sem esperança,
sente-se, porém, que um novo mundo está surgindo.
E como aurora de paz renasce a solidariedade
e a partilha do amor entre os diferentes povos.

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feliz-ano-novo

Amigos,

Apareci por aqui hoje só para desejar a todos vocês, amigos, irmãos e companheiros de viagem, um ótimo ano novo!

Abs.

Ola queridos!!! Recebi esse texto por e-mail da nossa leitora Jeanne e resolvi compartilhar com vocês.
Boa leitura!
Bjs

Numa praia deserta, caminhava um filho de fé. Atormentado por suas mágoas e provações, buscava por um alento, um consolo. Buscava forças e um sinal de esperança para poder continuar lutando. Olhava fixamente para as águas do mar, as ondas quebrando, vindo do horizonte aos seus pés se esparramar. Uma lágrima entristecida cobriu-lhe a face, seu coração apunhalado pelas intrigas e maldades dos seu irmãos já se tornava insuportável. Então, quando percebeu, já estava distante. Foi quando notou que já estava entardecendo. O vento soprou em seu rosto e veio a sua intuição.

A Senhora dos Ventos, Mãe Iansã, o saudou com alegria e ele sentiu suas mágoas serem levadas pelo vento, a paz começou a renascer.

Olhou para o poente e viu no céu as nuvens avermelhadas. Então, com grande força saudou o Senhor das Demandas, seu Pai Ogum, e aos poucos o peso que lhe afligia se quebrava, e continuou caminhando.

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O maior erro do ser humano, é tentar tirar da cabeça aquilo que não sai do coração…

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos.
Como ele tinha fome muita fome decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.Em vez de comida, pediu um copo de água.
Ela achou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite ao invés de água. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou: -Quanto lhe devo?
-Não me deves nada- respondeu ela – Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
-Pois te agradeço de todo coração.
Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente.Os médicos locais estavam confusos.
Finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.
Chamaram o Dr. Howard Kelly.

Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.
Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente. Reconheceu aquela mulher na hora em que a olhou.
Determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.
Passou a dedicar atenção especial àquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.
O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la.
Ele a conferiu, depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.
Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.
Mas finalmente abriu a fatura algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:
“Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite ass.: Dr. Howard Kelly.”
Lágrimas de alegria correram dos olhos da mulher e seu coração feliz, e ela  rezou:
“Graças meu Deus porque Teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos.”

Autor Desconhecido

ano-novo-promessas-de-mudancas

Amigos,

Passamos pelo natal.  Acredito que isso deixe muitos de nós melhores em relação a como nos sentimos nessa data festiva, mas de moral certamente questionável. Por que questionável? Quanto de comida sobrou em sua mesa e que, fatalmente, irá para o lixo? E quantas pessoas continuam passando fome a despeito disso?

Bom, de qualquer forma, o natal passou. Agora, preparemo-nos para a próxima festividade, para a festividade de transformação, para a data onde assumimos que um grande ciclo se findou e um novo, inédito e cheio de possibilidades se iniciará: O ano novo.

Agora é uma data para conversar. Sim, conversar; conversar com seus pais, com seus filhos,com seus irmãos, amigos, parentes mas, principalmente, consigo mesmo.

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simpatia-para-coisas-boas

Bom dia queridos!
Pra quem não fez, trago novamente o
“tratamento de merecimento”. Ele deve ser feito durante 21 dias, de preferência pela manhã, sempre mentalizando as coisas positivas que vocês desejam alcançar.
Boa sorte!

“Sou merecedor. Mereço tudo o que é bom. Não uma parte, não um pouquinho, mas tudo o que é bom. Agora me afasto de todos os pensamentos negativos, restritivos. Liberto e deixo ir todas as minhas limitações. Em minha mente sou livre. Agora me transporto para um novo espaço de consciência, onde estou disposto a me ver de maneira diferente. Estou decidido a criar novos pensamentos sobre mim mesmo e minha vida. Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência. Eu agora sei e afirmo que sou uno com o Poder de Prosperidade do Universo. Assim, prospero de inúmeras maneiras. Está diante de mim a totalidade das possibilidades. Mereço vida, uma boa vida. Mereço amor, uma abuandância de amor. Mereço boa saúde. Mereço viver em conforto e prosperar. Mereço alegria e felicidade. Mereço tudo o que é bom. O universo está mais do que disposto a manifestar minhas novas crenças. Aceito essa vida abundante com alegria, prazer e gratidão pois sou merecedor. Eu a aceito; sei que é verdadeira. Sou grato a Deus por todas as bênçãos que recebo.”

conselhos-para-um-ano-melhor

Amigos,

Viajando pela internet, mais precisamente em uma das inúmeras comunidades de email existentes, recebi esse texto, enviado pelo Boiadeiro Rei, pessoa que já apareceu aqui pelo ArteFolk outras vezes e sempre nos presenteia com mensagens edificantes. Essa é uma delas, a qual sugiro que seja lida até o final, e algumas vezes, para que a idéia passada entre fundo em nosso espírito. Segue:

1º – Conserve sua saúde psíquica, vigiando seu aspecto moral:

a) não alimente vibrações negativas de ódio, rancor, inveja, ciúme, etc.;

b) não fale mal de ninguém, pois não é juiz, e via de regra, não se pode chegar às causas pelo aspecto grosseiro dos efeitos;

c) não julgue que o seu guia ou protetor é o mais forte, o mais sabido, mais, muito mais do que o de seu irmão, aparelho também;

d) não viva querendo impor seus dons mediúnicos, comentando, insistentemente, os feitos do seu guia ou protetor. Tudo isso pode ser bem problemático e não se esqueça de que você pode ser testado por outrem e toda a sua conversa vaidosa ruir fragorosamente.Dê paz ao seu protetor, no astral, deixando de falar tanto no seu nome.Assim você está se fanatizando e aborrecendo a Entidade, pois, fique sabendo, ele, o Protetor, se tiver mesmo “ordens e direito de trabalho” sobre você, tem ordens amplas e pode discipliná-lo, cassando-lhe as ligações mediúnicas;

e) quando for para a sua sessão, não vá aborrecido e quando lá chegar, não procure conversas fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de fé, de paz e, sobretudo, de caridade pura, para com o próximo.

2º – Não mantenha convivência com pessoas más, invejosas, maldizentes, etc. Isso é importante para o equilíbrio de sua aura, dos seus próprios pensamentos. Tolerar a ignorância não é partilhar dela. Assim:

a) faça todo o bem que puder, sem visar recompensa ou agradecimentos;

b) tenha ânimo forte, através de qualquer prova ou sofrimento, confie e espere;

c) faça recolhimentos diários, a fim de meditar sobre suas ações;

d) não conte seus “segredos” a ninguém, pois sua consciência é o templo onde deverá levá-los à análise;

e) não tema a ninguém, pois o medo é uma prova de que está em débito com sua consciência;

f) lembre-se de que todos nós erramos, pois o erro é humano e fator ligado à dor, ao sofrimento e conseqüentemente, às lições com suas experiências. Sem dor, lições, experiência, não há carma, não há humanização nem polimento íntimo, o importante é que não erre mais, ou melhor, que não caia nos mesmos erros. Passe uma esponja no passado, erga a cabeça e procure a senda da reabilitação: para isso, “mate” a sua vaidade e não se importe, de maneira alguma, com o que os outros disserem ou pensarem a seu respeito. Faça tudo para ser tolerante, compreensivo, humilde, pois assim só poderão dizer boas coisas de você.

3º – Zele por sua saúde física com uma alimentação racional e equilibrada:

a) não abuse de carnes vermelhas, fumo, álcool ou quaisquer excitantes;

b) no dia da sessão, não use carne, álcool ou qualquer excitante mais de uma vez;

c) de véspera e após a sessão, não tenha contato sexual;

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estrela-guia

Um dos símbolos muito usados nas épocas natalinas é a estrela.
Seja no topo das árvores de natal, seja nos enfeites dos prédios, nas portas das casas ou nos presépios, lá está a estrela a brilhar.
E é justamente esta lembrança que ela nos traz, o brilho que ilumina a noite escura, ou aquele da estrela guia que iluminou o caminho dos Reis Magos até o Menino Jesus, ou ainda da estrela cadente que ilumina a esperança de ver nossos desejos mais íntimos realizados.

Nós e as estrelas temos muito em comum. Fomos feitos para brilhar. Temos nossa própria luz, mas também refletimos a luz que vem do sol. Caetano Veloso, em uma das suas músicas, cantou afirmando que “gente é para brilhar”; Djavan lembra que devemos aprender a brilhar com a nossa própria luz; alegremente o conjunto Roupa Nova também diz cantando que “quando a vida for escura e ruim, nunca é tarde pra lembrar que o sol está dentro de mim”. Há muitos exemplos que reforçam esta idéia de que fomos feitos para brilhar.

Já repararam que em noites claras de lua cheia, as estrelas brilham muito mais do que em noites nubladas?
Nós também somos assim! Quando estamos envoltos pelas densas nuvens das nossas preocupações, dos nossos medos, das angústias, das irritações, dos aborrecimentos, das mágoas e dos ressentimentos temos dificuldades para brilhar.
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aventuras-alem-do-corpo

(Explorando o Universo)
Por William Buhllman

Quando você está explorando além de seu corpo físico, a primeira dimensão não-física habitualmente observada é um mundo paralelo constituído de energia com densidade muitas vezes menor do que a matéria. À primeira vista, ele parece uma cópia do mundo físico. Após um levantamento mais cuidadoso, você vai descobrir que esse meio energético é similar a seu meio ambiente físico, mas não idêntico. Objetos tais como cadeiras, portas, camas e cômodos completos parecerão, muitas vezes, ligeiramente diferentes dos que existem no seu meio ambiente físico.

A razão para essas diferenças é bem simples. Os objetos e meios vistos no primeiro nível energético interior do universo não têm substância física. Eles se parecem com moldes energéticos do seu meio ambiente físico. Cada objeto não-físico que você vê existe completamente independente do universo físico.

Muitas pessoas têm sido levadas a acreditar que estão contemplando seu meio ambiente físico de uma nova perspectiva. Elas esperam que o meio não-físico seja idêntico ao mundo físico que conhecem, e quando têm frustradas as suas expectativas, ficam confusas e desnorteadas com facilidade. Como conseqüência, algumas delas concluem que as suas experiências extracorpóreas como um todo foram um sonho, só porque o meio observado não condiz com as suas expectativas físicas. Esse erro conceitual acontece, muitas vezes, porque estamos condicionados a aceitar como válidas somente formas densas. Sendo assim, nossas mentes tendem a focar a única realidade que conhecemos e aceitamos – a matéria.

Já que vivemos em um meio físico e estamos imersos num mar de estímulos físicos, essa doutrinação é de se esperar. O nosso condicionamento físico é um componente natural do nosso processo de socialização. Para superar essa vasta doutrinação física, o fundamental é estar ciente dela. O mundo físico que focamos não passa de um fração diminuta do universo. Na realidade, as formas físicas que vemos a nos circundar são apenas a fina crosta exterior do universo – a camada epidérmica do conjunto do universo multidimensional.

Lembre sempre que a realidade é relativa; o meio que percebermos como sendo real é determinado por nossa densidade e freqüência pessoal. Por exemplo, quando estamos em estado extracorpóreo, é muito comum os objetos físicos parecerem vaporosos e fantasmagóricos. Isso acontece porque a matéria, quando observada de um ponto de vista de maior freqüência, não é mais uma realidade sólida para nós. Da sua nova perspectiva, a única realidade concreta para você é a freqüência (densidade) energética correspondente à sua própria. É fundamental você conhecer esse princípio energético quando estiver explorando um universo vibratório diferente. Esse conhecimento o ajudará a controlar suas experiências.

À medida que você progredir na suas explorações, começará a perceber uma verdade assombrosa. Você tem o poder de deslocar-se dentro das diversas áreas energéticas do universo por meio do pensamento focalizado. Você pode elevar e reduzir conscientemente a sua taxa vibratória (densidade); o resultado observado é uma mudança condizente no seu meio circundante. Essa descoberta é significativa, porque praticamente acaba com a necessidade de movimento externo (lateral). Você pode praticamente explorar qualquer freqüência do universo sem mover-se. Os conceitos físicos de distância, separação e movimento tornam-se irrelevantes.

Uma segunda vantagem dessa exploração avançada é o maior auto controle. É mais fácil permanecer concentrado quando não se tem que lidar com mudanças externas e internas simultâneas. Também é mais fácil a sensação de estabilidade e clareza.

Em terceiro lugar, o método lhe permite explorar com mais eficácia os inúmeros níveis de freqüência do universo. O movimento lateral de uma determinada dimensão energética fica limitado, muitas vezes, a uma estreita faixa de freqüência dentro dessa dimensão. E, por fim, ela amplia a capacidade de explorar, perceber e compreender para além do atual conhecimento humano. Alterando conscientemente a sua densidade (freqüência vibratória) você obtém acesso quase irrestrito dentro do interior não-físico do universo.

Nossos atuais conceitos de movimento têm a ver diretamente com nosso doutrinamento físico. Em última análise, todos nós evoluiremos até o ponto de podermos simplesmente “estar” em qualquer setor do universo a que nos propusermos. Isso não é teoria, mas um fato verificável que pode constatado mediante experiência pessoal.

(Texto extraído do livro “Aventuras Além do Corpo” de William Buhlman; Editora Ediouro)

o-ciclo-natalino-o-pastoril

 

“Meu São José dai-me licença
Para o Pastoril dançar,
Viemos para adorar
Jesus nasceu para nos salvar.”

O ciclo natalino inicia-se na véspera do Natal, 24 de dezembro, e vai até o dia de Reis, 6 de janeiro. Para acompanhar esse período, é preciso manter a ingenuidade de uma criancinha, a esperança de um amanhecer ensolarado, a ternura de um botão de rosas e a leveza de uma linda borboleta no ar. A emoção do povo é revelada nos folguedos natalinos através de sua ação dramática. Temos vários folguedos natalinos, como o pastoril, o bumba-meu-boi, a cavalhada, a chegança, que fazem referências à Noite de Festas e ao grande dia em que Jesus nasceu. Desses folguedos, o mais tipicamente natalino é o pastoril religioso, que tem em sua essência a temática da visitação dos pastores ao estábulo de Belém onde Jesus nasceu.

Há registros sobre o pastoril desde da Idade Média. Em Portugal são conhecidas as peças de Juan de Encina e Gil Vicente, baseadas em temas populares anteriores, segundo o professor Roberto Benjamin. Como denominação popular do pastoril, temos a Lapinha, que desaparecera quase completamente, cedendo lugar aos pastoris. Câmara Cascudo descreve que a Lapinha “era representada na série dos pequeninos autos, diante do presépio, sem intercorrência de cenas alheias ao devocionário. Os presépios foram armados em Portugal desde 1391, quando as freiras do Salvador fizeram o primeiro.” O presépio designa o estábulo ou o curral, lugar onde se recolhe o gado, e representa as cenas do nascimento de Jesus em Belém. Há também uma diferença terminológica decorrente de sua grandiosidade. Ou seja, se o era grande, rico e bonito, era chamado de Presépio; se era pobre, pequeno e despojado, era uma Lapinha.

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